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Eu tento, mas meu tento não consegue!

E pior do que não conseguir é nunca ter tentado... Bem vindo! Faça de conta que está em casa :)!

Eu tento, mas meu tento não consegue!

E pior do que não conseguir é nunca ter tentado... Bem vindo! Faça de conta que está em casa :)!

Está à porta, é para deixar entrar!

Escorrem os últimos grãos de areia na ampulheta 2012. Prepara-se a passagem do ano, que tem que ser perfeita!

Há até quem leve a sério as teorias de comer 12 passas às doze badaladas, vestir uma peça de roupa azul, subir para uma cadeira, vestir algo novo, partir ovos, partir louça velha, fazer barulho, ... enfim uma data de coisas que fecham um ciclo e iniciam o novo.

 

Imagem retirada da net

 

Um ano que ainda não começou e que já muitos temem. Mas não é de temores que devemos falar no último dia do ano, muito menos nas últimas horas! Deve-se falar de renovação, de esperança, de anseios e de utopias, aquelas que nos movem. 

 

É o que esperamos de um novo ano! Que ele nos traga força redobrada, grandes esperanças, que corresponda aos nossos anseios, que seja doce, alegre, que traga saúde, paz e harmonia. É isso que todos esperam. Traçam-se objectivos para os dias que vêm a estrear, esquecendo-se que todos os dias que nascem estão a estrear, mas talvez com o decorrer dos meses a magia do "novo" se vá esmorecendo, talvez a esperança da mudança também ela enfraqueça e dê lugar ao desalento.

 

Como tal temos que entrar nos novos dias, dias com sabor a 2013, com um sorriso que cheire a novo (livrem-se de me perguntar que cheiro tem)! Passear pelos novos dias com ar leve, de quem tirou o peso de um 2012 carregado.

 

Pois é... vem aí um ano novinho! A estrear para toda a gente! Cuidem dele, tentem educá-lo para que não faça muitas birras e se as fizer tentemos resolvê-las a preceito. Acarinhemos as mudanças que nos dão alento e afastemos as que nos enevoam o semblante e sobretudo mantenhamos as nossas utopias vivas até ao último dia de 2013.

 

E tal como diriam os nossos amigos Gauleses " O céu até nos pode cair em cima da cabeça, mas hoje não será a véspera desse dia!"

 

Que 2013 traga tudo de bom a esta blogosfera que me acompanha, a todos os que comigo partilham esta forma diferente de estar, de conhecer e de aprender. Para vós, meus amigos, um grande beijinho.{#emotions_dlg.redflower}

 

 

Façam o favor de se cuidar

Imagem retirada da net

 

Eu não queria, juro que não queria voltar a falar, pelo menos até ao final do ano, novamente na desgraça que nos envolve.

Eh! Páh! Mas é que é demais! Não dá para aguentar tanta, mas tanta audácia! Tanta gentinha que antes de falar devia pensar duas. Não! Três vezes antes de abrir a boca. É que em época de falta de moscas é certo e sabido que vai sair asneira!!

 

E agora  a vez coube ao Secretário de Estado da Saúde que diz que as pessaos devem recorrer menos aos serviços de saúde para garantir a sua sustentabilidade!

 

É certo que só devemos recorrer às urgências quando realmente for urgente e não ao primeiro espirro, mas não me parece que seja a isso que o senhor Secretário se refere. E claro, é mais do que certo que  devemos ter comportamentos saudáveis! E ainda que devemos prevenir as doenças. Mas o que pensa fazer o Estado para que a população adquira os conhecimentos necessários necessários à prevenção da doença e à promoção da saúde? Sim! Não estou a ver ninguém a ficar doente só para fazer birra!

Pensa investir à séria nos cuidados de Saúde Primários?

Ou vamos continuar nesta mania louca de cortar a direito não ligando a quê?

 

Será que não se percebe que o melhor ganho, neste caso, é na  qualidade de saúde individual que todos ambicionam? Salvo excepções, excepções essas que também precisam de cuidados, mas em outro âmbito. Será que não se percebe que é esse o maior ganho? E  em segundo plano a poupança que vamos fazer ao Estado? Estado esse que se coloca à frente do bem estar da sua população! Do povo que incautamente o elegeu!

 

Não é só atirar do púlpito, "Não adoeçam! Seus cretinos! Não vêm que estão a gastar mais dinheiro! E façam o favor de se tratar em casa com mezinhas! Nada de recorrer aos SNS! Estão a gastar o precioso dinheiro dos impostos. Não vêm que não dá para comprar frotas de carros e arranjar os luxos com que nos banhamos e para que vocês também adoeçam? E não refilem. É esse o preço da democracia!"

 

Ironia a mais? Será?

 

Deixem-se, por favor, de demonstrar tanta ignorância! Como é lógico todos os países, todos os Estados, deveriam querer evitar que as suas populações adoecessem, mas para isso é necessário investir nos cuidados de saúde primários. Investimento esse que trará a longo prazo grandes ganhos, em primeiro na saúde geral da população e sem segundo, desculpem, sempre em segundo (mas não menos importante),  poupança no resto. Mas nós sabemos que nenhum Governo está habituado a pensar em longo prazo, não é? Muito mais agora que o que se pensa é resolver o imediato.

 

Nós sabemos isso, mas não precisam de nós lembrar com essas palavras ingénuas. Tentem lá pensar muitas vezes antes de abrir a boca, POR FAVOR. Tenham cuidado com o que vão dizer a uma população ferida, doente e sem alento.

 

 

 

Habilidade e Engenho - Necessidade e Empenho - Será arte?

Este Natal as vacas andaram magras e da necessidade de querer contemplar todos com uma lembrança de um ano que corre, e que já anda nos finalmente, pensei em dar presentinhos personalizados e manufacturados, coisas simples e feitas com carinho. Pus mãos à obra, claro que desde o início de 2012! E a cabeça a funcionar! O resultado de algumas das coisinhas espalharei por este artigo.

 

 

Um porquinho mealheiro pintado, ou altamente sarapintado! Mas o resultado ficou engraçado, pelo menos é o que eu acho. Simples de fazer. O porquinho compra-se em branco o resto é só inventar.

 

 

Um presépio feito em biscuit. O biscuit foi feito em casa, com uma receita retirada do maravilhoso YouTube, não tão simples quando dizem no vídeo, já que a massa nunca mais engrossava! Mas após algum tempo de preciosa paciência a massa ficou boa para ser trabalhada. Este foi um dos resultados obtidos com a massinha. Há quem a divida e lhe coloque as cores, onde são utilizadas de preferência tintas a óleo, eu preferia pintar depois, acho que o resultado final foi esplêndido. Algo a repetir certamente!

 

 

Este foi um dos muitos presépios que fiz em feltro! Apesar de não ser propriamente católica tenho uma "tara" por presépios, tenho alguns feitos nos mais diversos materiais, que vou comprando, que me vão oferendo e alguns que vou fazendo (embora a maior parte desses os ofereça).

O feltro é aquele material fácil de trabalhar, de encontrar e cujo resultado pode se transformar num agrupamento de cores e ideias bem interessantes. Ora experimentem!

E cá está outro,

A manjedoura deste presépio fiz em biscuit, pintei em dourado o fundo (aqui não dá para ver) e colei feltro amarelo retalhado a imitar a palha.

 

 

 

Este é um presépio super simples, também usando o feltro.

 

 

 

 

 Um móbile. Afinal não é só presépios!! Hã?

 

 

E o que é que eu fiz com as notícias más que li ao longo do ano?

 

 

Transformei!

 

E só precisei de lhe juntar cola branca, um pouco de água e farinha (opcional)

 

E deu isto,

 

 

Mais um presépio. Claro!

E outro,

 

Este um de mais difícil execução, embora não pareça! É um presépio sempre em pé. Com areinha da praia!! O meu orgulho.

 

Eu tentei ser artística e acho que fui conseguindo. Com muito carinho, um jeitinho, certa paciência, pesquisa, e uma certa dose ideias iluminadas!

 

 

 

O outro mundo acabou e temos um novo mundo...

Foto retirada da na minha traquitana

 

Afinal o mundo lá acabou... raio! Que os Maias tinham razão!

 

E de onde estou a  única ligação que temos com a antiga "terra" é a blogosfera, dizem eles que é para não estranharmos muito a diferença. Vimos aqui e fingimos que o mundo ainda não acabou, um exercício difícil já que as coisas são um nadica diferentes por aqui.

 

Aqui não há o Natal, e não tarda nada até me esqueço do que era o Natal. Afinal também no antigo mundo dizia-se que o "Natal é quando o Homem quiser", pois aqui parece que quer todos os dias!

 

Aqui não há religiões, já que as religiões aprisionam o pensamento e são uma forma de controle do homem, e aqui ninguém precisa de ser controlado, somos todos livres! A alma é o nosso ser e não precisa da religião para ser cuidada, a alma é livre e alimenta-se dessa liberdade, só assim pode ser pura.

 

Também não há políticos, e claro não há mentira, as pessoas são responsáveis, e como não há países, nem economia, nem dinheiro e poder, tudo corre as mil maravilhas. As pessoas dão aquilo que têm de melhor! E há pessoas para todas as áreas de trabalho e todos têm trabalho!!! É estranho a inicio ver que todos querem ser úteis e todos se sentem úteis, mas acabamos por nos habituar.

 

E o inverno? Só há para aqueles que gostam, esses são deslocados para locais especiais onde há inverno e para que cuidem das culturas típicas dessa época.

O resto tem sempre sol, sem calor, aquele tempo ameno em que só dá vontade de sorrir.

 

E por falar em sorrir, por cá não há lágrimas, nem doenças, claro que não há Hospitais, os profissionais de saúde são pessoas dedicadas a acompanhar as pessoas ensinando-as a viver a usufruir da sua saúde em pleno! E ajudam-nas também a saberem o que têm de melhor dentro de si, são quase como conselheiros espirituais.

 

Vimos aqui à blogosfera e fingimos. Fingimos que o mundo não acabou, que a crise económica continua, que continua a tristeza, a sede de poder, o fosso entre as pessoas. Fingimos, para não nos esquecermos daquilo que éramos e daquilo que não podemos voltar a ser.

 

Aqui não há maldade, nem inveja, nem fome, nem tristeza e começo a duvidar que haja o ser humano...

 

Mas se não há ser humano onde estou eu?

 

Vou tentando descobrir... pode ser que me deixem aqui vir e enquanto finjo tendo saber a verdade.

Onde estou?

Como vim aqui parar?

E para onde vou? Ou para onde me levam...

 

Ou então continuarei a fingir não querendo saber a verdade, a verdade também esteve vedada aos olhos de tantos no antigo mundo. Por isso, talvez continue  a tentar fingir... a fingir que o mundo ainda existe...

 

 

 

Tempo de paz... Tempo de amor.

 

Flor da minha passiflora retirada com telemóvel, mas não é desta que o Gaspar me deixa comprar a máquina que quero...

 

 

Estamos em plena época Natalícia, cheira a Natal, para os narizes mais apurados é óbvio! Já deu o filme da saga "Sozinho em Casa", já se ouve a música (deprimente) natalícia de George Michael, que alguém ainda vai ter me explicar porque é que este drama amoroso toca sempre no Natal...

Já se compram algumas prendinhas, as que o Gaspar deixa, prepara-se a esperada consoada, fazem-se os últimos embrulhos, enfim, tudo se prepara para aquela noite e aquele dia especial.

 

Mas especial porquê?

 

Para muitos o Natal é uma época triste, aquela época à volta da qual se criam demasiadas expectativas e que no fim, não sendo cumpridas, fazem criar aquele incómodo no estômago, daqueles que não passam com antiácido.

Pessoas que estando sós o ano inteiro nesta altura a sua solidão aumenta, ficando um gigante feio e barbudo, mas não daqueles que trazem presentes pela chaminé, e sim daqueles que incomodam, ocupam espaço e não nos deixam fazer nada.

 

Mas o Natal continua a ter aquele "toque" especial.

As crianças tentam portar-se melhor, ameaçadas por outro gigante gordo barbudo, os adultos andam mais felizes e atarefados, não pensando muito no "resto". Afinal o resto tem tempo para começar a incomodar outra vez.

As ruas têm mais cor, seja pelas montras iluminadas, seja pela iluminação em que algumas autarquias gastaram o que não podiam, ainda com a mania de viverem acima das possibilidades! Maus vícios difíceis de perder...

 

Crenças religiosas à parte, o Natal entra-nos pela vida adentro sem autorização. A bem dizer da verdade eu até lhe estendo o tapete vermelho! Gosto desta época. Afinal dá mais cor a este Inverno cinzentão, é uma boa oportunidade para a família se reunir. Para oferecer o que podemos, enfim,... para demonstrar às pessoas que gostamos delas.

 

Para mim o Natal acaba por ser o término de uma época, para dar início a outra. E que melhor maneira haverá de o fazer com um jantar? Com oferendas? Com sorrisos infantis? Com a família reunida?

 

Esta é a altura ideal para lembrar às pessoas que gosto delas, e que apesar de a vida diária não permitir que se lhes telefone com frequência não me esqueço delas! Pode ser com um telefonema, nesta altura, um postal, ou até um simples SMS, que escrevo personalizado, afinal mais vale não mandar do que enviar um "corrido".

 

É altura propícia para "fechar" uma época, um ano, com delícia, com carinho, com um sorriso. Afinal que presente há melhor do que demonstar que gostamos de alguém e poder ver o sorriso de saber que se é "gostado"?

 

Tento com isto dizer que gosto de vós, de todos os que aqui vêm, silenciosamente ou deixando-me sempre um palavra. Gosto que façam parte da minha vida, e gosto do colorido que lhe dão. Obrigada. E para todos um Natal doce e que o vosso término seja suave e feito em paz.

 

 

 

Passeando pelas palavras

 Imagem retirada daqui

 

A sapo lançou um desafio para a comunidade "blogosférica" para que se fizesse um post sobre o nosso livro preferido em 2012. Um grande desafio, de facto.

 

Mas eis que enfrento o meu primeiro problema! Não consigo dizer qual foi o meu livro preferido em 2012!!! Tantas foram as páginas que fizeram os meus dedos passear, tantas as letras e os autores que me fizeram sonhar, fizeram-me viver outras vidas por momentos inesquecíveis, que me é verdadeiramente impossível eleger um livro, uma leitura, um autor.

 

Como não referir que passeei pela savana Africana com Daniel e o seu amigo Dibó? E com eles usufrui aquele seu perfume que tão bem nos leva a inebriar Ludegero Santos em "O Perfume da Savana"! Com eles vivi África e lutei pelo amor de Daniel e Isabel. Numa leitura intensa, numa África que nos faz pensar que é ali o princípio do Mundo!

 

E claro, as viagens que fiz ao lado de Gonçalo Cadilhe sorvendo uma frase, um parágrafo, uma página e andando "1 km de Cada Vez". Com ele assisti aos mais belos pôr de sol, andei por montes tacteando a vida e sentindo o pulsar da natureza...

 

Como esquecer o meu afinador de silêncios Mwanito a loucura de Silvestre Vitalício? Como esquecer "Jesusalém"? Como deixar de visitar um local onde a vida é demasiado preciosa para ser esbanjada num mundo desencantado (tal como nos diz um dos seus habitantes)? Pegadas que segui deixadas por Mia Couto  e pela sua escrita mágica e floreada!

 

E pensar na loucura em que se meteu Mark Rowlands com o seu lobo Brenin! Quem no seu perfeito juízo mete um lobo em casa? Claro! Um filósofo!  Mas isso fê-lo reflectir, fez-me divagar pelas suas loucuras sãs e pelos seus devaneios que me fizeram descobrir algo mais sobre o mundo. Sobre como pode ser a vida de "O Filósofo e o Lobo"

 

E como deixar de falar na música deixada pela "A Harpa de Ervas"? Como deixar de estar naquela casa da árvore onde Truman Capote me levou? Daqueles livros que não apetece deixar de ler para não nos separarmos das personagens.

 

Com o "Ladrão de Sombras" ri, chorei e deixei-me levar pelo encantamento que as palavras que Marc Levy sempre me trazem. Um livro inesperado como a vida.

 

Passeei nos versos de Maria João Brito de Sousa e as sua poesias deixadas como um presente em "Poeta porque Deus Quer". Palavras deixadas com alma de quem ama poesia. Uma forma diferente de expressar-se e sempre com um grande valor literário.

 

Voltei, outra vez, na companhia de Jane Austen (sempre uma boa companhia!) ao passado em "Orgulho e Preconceito". Difícil adaptar-me à forma de dialogar da época, mas depois do primeiro impacto, estive numa sociedade Inglesa com Elizabeth Bennet e com ela vi que nem tudo é como parece e que preconceito e algo que aprisiona o ser e até a capacidade de amar.

 

E a nova escritora revelação Transmontana Olinda Morgado? Que com "Malam e Outros Contos" nos empresta a sua forma de escrever diferente, forte e envolvente.

 

E ainda a meio dos "Filhos da Liberdade" com Marc Levy, sinto que não posso deixar de falar sobre estes momentos apreendidos com "Jeannot" que com este nome de código ganha uma nova vida lutando ao lado dos seus amigos pela liberdade contra a ocupação Nazi numa França perdida de muitos ideais. Como parar as lágrimas teimosas sempre que essa mesma liberdade é aprisionada?

 

Mas muitas palavras, muitas viagens que me foram permitidas porque alguém teve a generosidade de as partilhar comigo não ficam aqui ditas, não porque não foram importantes, porque sempre ficarão comigo, e de uma forma e de outra serão lembradas, porque agora... agora fazem parte de mim daquilo que eu sou e virei a ser.

 

Manifesto aqui a minha dificuldade em escolher um livro, uma leitura, ou umas tantas páginas que reduzirão tudo que muitas letras me fizeram pairar em cada mundo fantástico, em cada amor, em cada luta, em cada paisagem e em cada vida vivida com emoção. Por isso, eu não posso tentar escolher um livro porque o meu tento nunca o conseguirá!!

 

 

Tragédias de amor

Amor? Obsessão? Paixão? Desejo?

 

A alma humana busca incessantemente pelo amor. Nada é igual sem o amor. Tudo tem mais cor, conseguimos levitar, conseguimos chegar às nossas entranhas, conseguimos tirar de nós o melhor e em muitos casos o pior! Apossados da mais forte droga existente no planeta.

 

Cientistas tentam explicar o amor com reacções químicas, impulsos eléctricos neuronais. Mas a alma não se consegue explicar...

 

E muitas vezes o grande amor está ao lado de uma grande tragédia. Assim nos levam a crer os grandes clássicos;

 

Inês de castro e D. Pedro, uma história que estivéssemos nós em Hollywood e teria sido dissecada até ao tutano! Tem tudo para ser um autêntico sucesso de bilheteira! Política, intriga, amor, obsessão, loucura, vingança e morte!Muita morte!

 

Marco António e Cleópatra, um amor cheio de política, intrigas e desconfiança. O poder do amor que rivalizava com o poder político. Quem venceu?

Hummm... Os dois suicidaram-se dando-se eles por vencidos.

 

Páris e Helena, cujo amor levou a guerra entre Espartanos e Troianos. Um romance recheado de tragédia, mas que nos deixa com a estratégia guerreira do Cavalo de Tróia e com o tendão de Aquiles. Um amor que destruiu Tróia e deixou muitos heróis para a história!

 

Romeu Montecchio que se apaixona pela proibida Julieta Capuleto, um amor que luta contra a rivalidade familiar, termina em tragédia! Não após de esgotadas todas as palavras nos extensos diálogos de William Shakespeare, que ficará para sempre recordado com esta sua obra.

 

 

Catherine e Heathcliff, outro amor recheado de vinganças, raivas, paixão e tragédia. Uma história que nos é trazida da fazenda Monte dos ventos uivantes, o famoso Monte dos vendavais, onde nasce uma paixão avassaladora entre a aristocrata Catherine Earnshaw e o órfão Heathcliff, adoptado pelo patriarca da família. Heathcliff vai mostrando nuances de uma personalidade atormentada e vingativa, numa alternância de sentimentos que, de tão intensos, oscilam constantemente pela ténue linha que vai da sanidade à loucura. Uma loucura que consome o amor e Catherine. Claro! Tragédia!

 

Amor de perdição, só o nome já faz antever o que aí vem! Um Romeu e Julieta à portuguesa, com algumas nuances. Simão Botelho e Teresa de Albuquerque têm uma paixão proibida, outra vez a rivalidade familiar na baila, mas nesta história eles não se matam, deixam-se morrer, ela de tuberculose e ele doente de amor. Aqui quem se suicida é Mariana que entra na história e se apaixona por Simão. Camilo Castelo Branco não poupou nos caixões!

 

Tristão e Isolda um romance, uma lenda... a história centra-se no trágico amor  entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha, e a princesa Irlandesa Isolda. De origem medieval, a lenda, ao que tudo indica de origem céltica, foi contada e recontada em muitas e diferentes versões ao longo dos séculos. E nem preciso de dizer que após muitas desventuras termina em morte. Este é o filme que aconselho -  Tristão e Isolda -

 

E claro, Anna Karennina e o seu impetuoso Conde Vronski, que a leva a ser consumida por um amor extraconjugal. Um romance à boa maneira de Tolstói. Traição, loucura, mais uma vez intrigas e vingança. Com uma adaptação para filme em 1997 que conta com a bela Sophie Marceu. E temos agora em cena uma nova versão deste romance em filme - Anna Kanenina -

 

Em nem falo desta nova moda de humanos que se apaixonam por vampiros! No meu tempo a tradição era espetar-lhes uma estaca agora temos as moças a suspirarem pelo seu vampiro! Tempos de agora....

 

E eu pergunto-me porque será que gostamos de uma boa tragédia romântica?

Que levará o ser Humano a escrever sobre o amor de uma forma trágica?

Lemos um livro destes e dizemos, "Que grande romance"! Mas tudo termina mal e em morte! Onde descobrimos a grandeza?

Num amor que existe nos apesares?

Num amor que muitas vezes perdura após a morte?

Será que é amor? Ou será obsessão em muitos casos?

 

Eu tento perceber a grandeza de um amor trágico, de um amor que não teve a vida! Grandes clássicos e grandes leituras. Obsessões, loucuras, intrigas, aventuras e desventuras tudo para apimentar a nossa insaciável vontade de ver o amor acontecer. Forte, intenso e com  muita lágrima!!

 

 

Imagens retiradas da internet

 

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