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Eu tento, mas meu tento não consegue!

E pior do que não conseguir é nunca ter tentado... Bem vindo! Faça de conta que está em casa :)!

Eu tento, mas meu tento não consegue!

E pior do que não conseguir é nunca ter tentado... Bem vindo! Faça de conta que está em casa :)!

Leituras

Li pela terceira vez um escritor famoso com alguns livros que são adptados para filmes. Sim, Nicholas Sparks. Não gosto propriamente da sua escrita, apesar de ter gostado imenso do filme "O Diário da Nossa Paixão" e "Um Amor para Recordar", filmes que vi há anos.

 

Este último livro foi-me sugerido, e emprestado, por uma colega, "Leva que é giro e vais gostar". Levei e li numa semana, passei algumas páginas à frente, e quando isso acontece é porque não há grandes novidades por ali.

 

Resumindo, acho que o senhor Nicholas deve ter algum problema, já que não há uma único livro seu que não meta mortes, mortos que surgem em fantasmas, ou cemitérios, ou alguém muito malzinho e a morrer. Isto tudo misturado com histórias de amor, que acabam mal porque alguém morre, embora ultimamente ele já deixe as personagens ficarem juntinhas e felizes para todo o sempre.

 

Nada de novo, escrita fácil, leitura na oblíqua e história muito previsível. E pronto, deve ser a última vez que me convencem a ler algum livro do Nicolau Faísca. Mas tentem lá pode ser que gostem e faça o vosso género, eu passo

 

Imagem retirada da net

Começou...

 

Já não é de hoje que os cuidados de saúde têm vindo a decair, a degradarem-se. Só não o vê que  está cego, não tem problema de saúde que está a precisar de cuidados, ou então vai à privada.

 

Quem está numa posição de chefia, e não falo das Administrações, têm uma carga de trabalhos. Sei do que falo. É o que vejo. Pessoas a querer gerir os serviços e a não conseguirem porque muitas vezes faltam recursos materiais e humanos. Além disso, há que reduzir o tempo de permanência nos hospitais dos utentes, lembrando que há hospitais sobrecarregados, já que muitas valências fecharam noutros locais havendo uma distribuição de doentes para um hospital mais central. Mas nessa distribuição o número de camas manteve-se e o pessoal a serviço também. Temos pessoal de saúde a fazer carga horária pesada, o que contribui para um maior risco de erro. Ah! E com horas extraordinárias pagas a conta gotas, ou que nem são pagas! Como é o caso dos enfermeiros em alguns serviços hospitalares e ACES  (Associações de Centros de Saúde) e ULS (Unidades Locais de Saúde).

 

Mas há quem comece a ficar farto.  E felizmente alguém finalmente resolve fazer algo. Como é o caso do Hospital de S. João no Porto, considerado um Hospital de referência, alguns de directores de serviços se demitiram (Unidades Autónomas de Gestão de Medicina, de Cirurgia e de Urgência e Medicina Intensiva, Centros Autónomos de Medicina Laboratorial e de Imagiologia, Clínica da Mulher, Clínica de Psiquiatria e Saúde Mental e Hospital Pediátrico Integrado)

 

E têm o meu respeito! Merecem-no. Porque demonstram que se preocupam com o que fazem!

 

Tentem seguir-lhes o exemplo e ajam! É o que todos deveriamos fazer! Mas não... temos que aguentar, custe o que custar. E penso que isso quer dizer que custam vidas também. Mas afinal é a selecção "natural" a funcionar. Esta é a sociedade evoluída a voltar anos luz atrás!!

Mestrado em...

 

Têm toda a razão já não dava  ar da minha graça por estas bandas há algum tempo. Perdoem-me os incautos que por aqui passam e me dão o prazer de me visitar.

 

Tive tempo, por estes dias, de tirar um mestrado em calças. Sim, leram bem. Calças! Encontro-me neste momento a realizar a minha tese de mestrado. Deixo-vos aqui um pouco da minha extensa e exaustiva pesquisa para que vos ajude a adquirir esta peça de vestuário tão essencial e indispensável nas nossas vidas.

 

Surgem, neste momento, tantos modelos que criam uma verdadeira confusão para quem não está preparado. Para quem simplesmente gostaria de não perder muito tempo a comprar algo que lhe cubra as duas pernas é melhor contar com umas horas. Mas pode ser que este pequeno resumo vos dê uma visão do que podem esperar.

 

Ora vejam, existem as  Jeans (sim, para quem quer um espécime em ganga) Push Up, ao que parece são anti-gravidade. Não. Não pensem que irão levitar como se estivessem na lua! Apenas uma parte do vosso corpo irá ficar mais para cima. Olhar-se-ão ao espelho e verão que o vosso traseiro estará quase a apontar para a Lua!

 

E  não pensem que ficam por aqui! É só pedir umas Push Up e acabou. Não minhas caras (os homens não têm a variante com esta designação), ainda terão que escolher se as desejam;

  • Perna justa
  • Straight (em linha recta)
  • Em denim claro e perna a abrir (género boca de sino)
  • Com perna muito justa
  • Em denim Soft Touch (com toque suave e convidativo)
  • Com perna Capri, não é uma espécie de pizza, mas sim com uma calça mais larga e um pouco acima do tornozelo.

Com bordados numa das variantes acima, ou então rotos, já não precisam de se esforçarem a usar muito as calças há quem as rompa logo à partida.

 

Existem também as Jeans "Colette", ao que parece adaptam-se como uma segunda pele sendo práticas e confortáveis. E terão a variante justa e com perna a abrir.

 

Quem quer cheirar bem nas pernas poderão escolher as Jeans Colette Fragance, estas possuem um aroma a frutos! Mas atenção, após 20 lavagens passarão a ter o odor de umas calças comuns. Para quem quer cheirar bem terão que se contentar com uma cintura média e uma perna muito justa, não há de outra forma.
 

Depois terão;

As Jeans Cargo que se caracterizam por apresentar um tecido mais grosso e bolsos laterais.

A Calça Saruel ou Sarouel, ao que parece é de origem oriental. E tem um gancho bem baixo e, como dizem ser muito confortável, no início era usada para ir à academia ou numa saída de praia. No entanto, agora o seu uso deve ter-se generalizado já que as vejo por aí ao virar de cada perna.

ATENÇÃO, parece que quem tem quadril largo e gordurinhas extra deve evitar o uso das mesmas!

 

Para quem gosta de um estilo masculinizado, ou seja, o que se diz é que são uma combinação perfeita entre um look masculino e um estilo sexy girl! E como se chama esta variante? Vejam lá se adivinham?

Está bem, eu digo. São o modelo Boyfriend. Claro!

 

Não esquecendo as Jeans Skinny, que têm uma modelagem ultra justa, com boca estreita e tão longa que pode até franzir um pouco no calcanhar. O tecido é pode ser índigo, azul ou preto, de preferência com uma pequena percentagem de lycra na sua composição. Esta versão também existe para homens que gostam de material apertado e de o evidenciar. Por mim, sinto que as minhas queridas pernas são produto de um qualquer enchido, mas deve ser fruto de viver no Nordeste Transmontano...

 

Se pretenderem  uma modelagem mais ampla, escondendo as curvas do seu corpo, podem optar pelas Calças Pantalonas. No século passado era um modelo adotado pelos hippies, actualmente a pantalona é considerada elegante e confortável. Apresentam uma perna super-hiper-mega larga, parece uma saia mas é uma surpresa! Uma calça! E melhor dos melhores, a sua modelagem cai bem para a maioria dos tipos de corpo e não marca a silhueta!! Iupii!

 

Terão fora das gangas, a Calça Social. Óptimas para quem trabalha numa empresa e quer dar um ar de executivo. Possuem como característica o tecido de alfaiataria e alguma referência do fato masculino. O caimento deve ser impecável e distinguir-se pelos detalhes.

 

Os meus leitores masculinos terão que se contentar com as Jeans Navarro, com cintura baixa e perna a direito, ideais para o dia a dia. Ou então os magros poderão optar Straight, que possuem cintura muito baixa. Basicamente os homens têm que se preocupar se querem a cintura baixa, muito baixa ou média e depois escolhem de querem estreitas, muito estreitas ou a afunilar. De resto é só dar-lhes nomes tais como: "Chino Regular"; "Tapered Lima"; "Classic Cut"; ...

Ah! E não esqueçam as Skinny!

 

E agora deve pairar nas vossas mentes. Mas que calças trouxeste tu?

Eu?

 

Vim sem calças, salvo seja. Mas trouxe uma bela dor de cabeça e este artigo {#emotions_dlg.blink}

 

 

 

Ainda...

Parece que tenho a fama de ser insistente. Talvez...

 

Por aqui, no nosso país, a realidade que conheço, é normal encarar-se o castigo físico dos filhos como algo usual e que faz parte da educação. É perfeitamente encarado como prática comum dar-se umas palmadas na criança que se porta mal e/ou não faz o que lhe mandam.

Mas será que não existirá mesmo outra forma de castigar?

 

Se há situação que me lembro da minha infância é das palmadas que apanhei, sobretudo da minha mãe. O meu pai deu-me uma vez duas palmadas, e ,segundo ele, ficou pior do que eu (segundo a sua opinião, não a do meu traseiro). O que me lembro de sentir quando apanhava é uma raiva, sensação de injustiça, de querer fugir do que me doía sem ter para onde, e de não entender porquê a minha mãe era capaz de me aleijar assim?

 

Apesar de ser algo traquina, mas não asneirenta, normalmente apanhava porque demorava a comer ou não queria comer. Era por isso que me aplicavam o corretivo! Lembro-me também de pedir, sempre que a mão vinha em riste, para não me baterem na cara, só me lembro de gritar "Na cara não!! Por favor!". Pois... a seguir vinha o chinelo no meu digno e amado traseirinho. Mas era mais fácil de suportar que uma só estalada. Será que não existiria outra forma de me fazerem comer? Será que não seria melhor não me forçarem a comer?

 

Cresci e não aplicamos a agora chamada, de uma forma politicamente correcta, "palmada pedagógica".

Uma vez, numa Escola do Ensino Básico aqui do sítio, a professora, após uma asneira qualquer do meu filho, lhe disse que ia dizer à mãe dele e ele ia certamente apanhar. O meu filho respondeu que não era da palmada que tinha medo, porque nós não lhe batíamos! O que respondeu a professora?

Não batem?!? Mas deviam.

 

A asneira? Nada que tivesse assim tanta importância, muito menos que justificasse uma palmada.

 

A maior parte dos colegas do meu filho ficam estupefactos quando ele diz que não apanha. Mas esperem lá... não devia ser ao contrário? A estupefacção não deveria ser para quem aplica corretivo físico?

 

O mais interessante é que os ditos "piores", os "mal comportados", são os que apanham surras de criar bicho!

 

Num livro que li de sobre inteligência emocional, algo também muito na moda, embora ainda sem a devida importância, falava que os pais que começam a aplicar a dita palmada pedagógica tendem a arranjar justificações mentais para esse acto: "só assim é que ele(a) vai lá", ou "já tentei tudo!", "eu também levei e cá estou!", "que mal faz uma palmada? Só fortalece o caráter!". E mais ainda, incorrem no risco de ao aplicar este castigo poderem mesmo descontrolar-se e aplicar mais força que a pretendida e a palmada sai uma pancada mais a sério.

E o que se está a ensinar aos filhos quando se dá a palmada?

Que é assim que se resolvem as situações?

Como se devem controlar?

 

Como é que pedimos X e depois fazemos Y?

Mas não se passa a vida a dizer que os exemplos que se dão às crianças são um dos pilares da educação?

 

Para terminar tenho outra questão, se quando um conjugue dá uma estalada ao outro, é considerado violência doméstica, porque carga de água é que se chama "palmada pedagógica" quando se trata de uma criança?

 

Não estou a dizer com isto que não devem existir regras, limites e que estes não devem ser cumpridos! Não sou a favor de um 80 para um 8. Mas não me parece que deva seja encarado como normal aplicar castigo físico a uma criança!

 

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