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Eu tento, mas meu tento não consegue!

E pior do que não conseguir é nunca ter tentado... Bem vindo! Faça de conta que está em casa :)!

Eu tento, mas meu tento não consegue!

E pior do que não conseguir é nunca ter tentado... Bem vindo! Faça de conta que está em casa :)!

Força militar

Hoje ao passar por um quartel militar reparei que o vigia, não sei a designação correta e se estiver a incorrer em erro peço desculpa, continuando, o soldado à entrada do quartel fazia uma continência, levantava a arma e punha-se em pose de respeito, isto sempre que entrava um carro, que ao que tudo indicava seria de algum superior.

 

Toda esta sequência, todo este proceder ritmado e reflexo teve o condão de me por a refletir. Dá-me para aí volta e meia, mas sabemos que esta é uma capacidade inerente ao ser humano. A capacidade de pensar, de refletir, de ter o chamado diálogo, ou monólogo, interior. Algo que muitas vezes pode acarretar mudança.

 

Pus-me a pensar na rigidez da hierarquia militar, da formação que os militares recebem para cumprir ordens, quase cegamente, da capacidade de obediência que lhes é incutida. Quantas guerras não se teriam evitado se muitos dos que obedecem (obedeciam) não o fizessem?

Quantas vidas se poupariam se deixassem de obedecer, deixassem de achar que dizer "não" pode não necessáriamente significar que não estão a cumprir o seu dever.

Já pensaram que quem organiza a batalha, quem a dita, na grande maioria das vezes, não está no campo a combatê-la?

Já se parou para pensar que se muitos refletissem, muitos dissessem "NÃO", não se teria seguido o desvairado do Hitler e muitos outros seus compinchas no pensar?

 

Agora dizem-me, mas temos que ter forças militares. Talvez, mas isso não será já de si um mau princípio? Um princípio da insegurança, um princípio da pretensa, da hipotética, falta de paz que nos ensombra?

E continuam a dizer-me, mas tem que existir hierarquia, tem que existir o obedecer a uma ordem. Está bem, mas se calhar o problema é meu, que gosto que me peçam "por favor" e prefiro refletir, mesmo assim, antes de fazer o que me pedem, e isso vale para o pior e para o melhor.

Está bem... Não estou a ver um superior chegar a um subalterno e dizer "APRESENTAR ARMAS! Por favor"

 

Questiono-me, no entanto sobre a importância dos militares, e nada melhor para o fazer do que isto que encontrei nas minhas viagens pela net

 


"...É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público. É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar..."

BARACK OBAMA no MEMORIAL DAY (Dia do Veterano)

 

E ao mesmo tempo imagino um mundo em que não seria preciso obter as coisas pala força de uma obediência, muitas vezes, cega. Imagino um mundo em que não seria preciso termos medo de perder a paz.

 

 

Suavemente...



Que a dor seja breve,

que a vida seja lenta,

que o coração viva,

que a angústia passe,

que o sofrimento não perdure,

que o amor exista,

que o sorriso enlouqueça,

que o olhar aconchegue

e que  tua música ... que a tua música seja suave...


Suave como a bela voz de  Roberta Flack


O meu tento fica assim...  embalado nesta bela voz e tentando embalar quem precisa de um afago

O mundo nas mãos

Corria um Abril quente, abafado... mesmo assim ela quis sair, estava farta, achou que já era tempo!

Uma criança com vontade de mudança veio ao mundo. Cedo lhe trataram fazer ver que o mundo não muda, mesmo assim ela ficava horas acordada a pensar como iria fazer entender os adultos que se deve ouvir as crianças! Que  o mundo, visto ao seus olhos, não é assim tão complicado, os adultos é que parecem ter o dom de complicar.

 

Ela fazia perguntas que ninguém ainda lhe tinha respondido, Porque é que há pessoas que passam fome?

Porque é que há guerras por causa de um pedaço de terra? De uma fronteira? Afinal o mundo não é grande? Não é suficiente para todos? Então se morre tanta gente em lutas e guerras, não é mais difícil fazer as coisas assim? Porque não se sentam e conversam?

Porque é que preferem ver morrer pessoas, gente sua? Porque é que há pessoas que não se preocupam com o planeta? Afinal ele não é de todos! Não deveríamos respeitá-lo? Não deveríamos saber ouvi-lo? Se eu ouço, e sou pequenina, os outros também o devem ouvir! Ou será que não querem escutá-lo?

 

Apesar de se terem passados alguns anos essa criança não cresceu, é daquelas que não cresce! Há meninos e meninas assim. Continua ainda hoje a fazer as mesmas perguntas e a esperar respostas. Ainda hoje pensa no que pode fazer para que a entendam, para que percebam que o mundo aos seus olhos é simples, é assim

 

Imagem retirada daqui

 

Não importando o credo, a cor, se se é grande ou pequeno, se se é mulher ou homem, todos devemos estar de mãos dadas, unidos por um bem maior, por uma utopia!

Sabendo que as crianças são o nosso futuro e por isso estão tão bem representadas nesta imagem de união.

Será que não podemos ver que há caminhos diferentes para trilhar?

Será assim tão difícil ou os adultos é que gostam de complicar?

 

O meu tento bem tenta perceber, obter respostas, mas o meu tento não consegue... mas não deixará de tentar! Não deixará te tentar por mais que lhe digam que é impossível, que é dificil! Porque temos que ter uma utopia, porque afinal é ela que nos faz caminhar.

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