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Eu tento, mas meu tento não consegue!

Sabendo que nem sempre vou conseguir ir aos vossos espaços, mas nunca vos esquecendo e sempre tentando...

Eu tento, mas meu tento não consegue!

Sabendo que nem sempre vou conseguir ir aos vossos espaços, mas nunca vos esquecendo e sempre tentando...

Quebra de silêncio

Estive em silêncio, na blogosfera entenda-se, pois não sou muito devota do silêncio, continuando.... estive em silêncio desde o dia em que completei as 40 primaveras, eu quebrarei o silêncio hoje e esperava que o País quebrasse o seu silêncio um dia, um dia não muito longínquo de preferência.

 

Este silêncio a esta democracia esmagada pelo poder financeiro.

É urgente uma cultura de responsabilidade, um combate à corrupção, numa justiça de confiança e célere, sem prescrições, POR FAVOR. Precisamos de um povo que não se cale, que não se deixe torturar por uma economia que não está, e que DEVERIA ESTAR ao serviço do desenvolvimento humano e social. Precisamos de um Estado responsável, justo e que esteja ao serviço da sociedade que tem em frente e não das economias intrincadas em algumas cabeças pensantes levadas pela corrupção do poder.

 

É urgente um estado que não se desacredite num "diz que diz" e "não sei o que disse", tal como esta polémica dos subsídios de férias e Natal, que mais uma vez se vem dizer que afinal não será bem assim.

 

Bolas! Arre! Será que não se vê que a culpa não foi só do Sócrates, que sim, deu a machadada final mas que anos de alternância de poder também fizeram (e não sou uma "vermelha" ressabiada, não tenho partido politico, ainda bem!).

A culpa é de todos os que calamos a estas barbaridades que são do conhecimento geral e que nada se faz. Nada se faz, com medo. Sim! Medo de perder  emprego, medo de ser transferido para longe de casa, medo do patronato poderoso que cada vez nos tem mais nas mãos. O medo tolhe-nos!

 

Existiram abusos, por parte dos trabalhadores? Existiu prevaricação?

Sejamos honestos, existiu sim, muito, e agora paga-se por essa falta de ética, de valores, de cultura e de desinteresse.

 

E a verdadeira crise é esta. Uma falta de valores  e de união. Estou farta de ver pessoas a pensarem no seu grande umbigo, estou farta, farta desta descrença deste desânimo, deste silêncio a que nos condenam e que nos condenamos.

 

O meu tento regressou assim, na surdina de uma voz cansada

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