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Eu tento, mas meu tento não consegue!

Sabendo que nem sempre vou conseguir ir aos vossos espaços, mas nunca vos esquecendo e sempre tentando...

Eu tento, mas meu tento não consegue!

Sabendo que nem sempre vou conseguir ir aos vossos espaços, mas nunca vos esquecendo e sempre tentando...

Carta aberta

imagem retirada da net

 

Estamos na altura das cartas abertas. Estas são escritas com veemência aos políticos e a pessoas importantes. Muitas delas circulam por este mundo de linguagem binária transformando-se em palavras lidas por muitos. O certo é que o destinatário não faz nada para mudar, pelo menos no que toca a destinatários políticos. Os tipos são rijos e não estão para se maçar com palavras de ordem, revolução e até coerência, julgo nem saberem o que isso é!

 

Pois eu, hoje, indo de encontro a esta onda de cartas abertas, resolvo escrever a minha.

 

Caros comerciantes; Donos de Estabelecimentos de Restauração, Administradores de Serviços de Saúde, Directores de Clínicas e Fabricantes de luzes automáticas com sensores

 

Esta carta é-vos dirigida. Partilho publicamente algo da minha intimidade, mas não vejo outra forma de o fazer para que vós entendais o que é ser alvo de uma das maiores atrocidades que atingem os nossos momentos urgentes, momentos que necessitam de cuidadosa precisão, de satisfação de necessidades importantes e completamente inadiáveis e que requerem o mais profundo respeito!

 

Caros senhores, já perdi o número de vezes que danço com as cuecas nas mãos em casas de banho públicas, fazendo um número circense arriscado, para não dizer extremamente ridículo e vergonhoso. 

 

Ficar de luz apagada é horrível! Não ver onde estamos, o que se passa à nossa volta, tatear o desconhecido não sabendo o que poderá estar lá! Agora, ficar às escuras num local que nos é inteiramente estranho, frio, a tentar acertar com um buraco, derreados, com as cuecas na mãos e ainda por cima ter que dançar ou agitar os braços no ar? Já é pedir de mais!

 

Será que não vêem o quando é penoso submeter-nos a tão arriscados movimentos?

Será que não vêem o quanto nos sentimos mal?

Será que não conseguem perceber o incómodo ignóbil por que passamos num momento que nos é tão íntimo?

Será que não vêem que há soluções para isso?

 

Encarecidamente vos peço que reflictam sobre este assunto que requer solução premente.

Espero que esta carta não tenha o destino de tantas outras que foram lidas e não ouvidas. Espero que estas humildes palavras vos acertem o coração e vos façam pensar por aquilo que passam os vossos clientes. Sinceramente acho que irão reconsiderar soluções aceitáveis para todos nós. Vós, que quereis poupar gastos desnecessários, objectivo que apoio na íntegra, e nós, que necessitamos de mais tempo de iluminação para realizar o nosso acto premente, que requer momentos de descontracção e de paz.

 

Respeitosamente,

 

A Golimix da Blogosfera

 

Lina Maria do mundo das casas de banho com sensores automáticos

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