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Eu tento, mas meu tento não consegue!

Sabendo que nem sempre vou conseguir ir aos vossos espaços, mas nunca vos esquecendo e sempre tentando...

Eu tento, mas meu tento não consegue!

Sabendo que nem sempre vou conseguir ir aos vossos espaços, mas nunca vos esquecendo e sempre tentando...

Uma questão genética...

O meu filho refere por diversas vezes que tem os meus genes de forma acentuada nas respostas. Coisa estranha para se dizer, mas que pode ser explicada.

 

Segundo ele eu tenho sempre resposta certa e aplicada na ponta da língua, e como também sou algo emotiva a resposta sai mais rápido do que aquilo que consigo reflectir. E quando vou a ver...Opss! Já saiu! O problema é que muitas vezes não há retorno. Um defeito que tento corrigir. No entanto os genes lá fazem das suas, e o miúdo ainda não aprendeu a parte de controlar a língua e por vezes mete-se em sarilhos.

 

Foi o caso de hoje.

Alguns adultos têm o mau hábito de julgarem que as crianças são para tratar como seres inferiores. E esquecem que se os tratam assim isso terá o seu retorno, mais tarde ou mais cedo... adiante, alguns desses adultos resolveram seguir a via do ensino, embora não devam saber bem toda a sua envolvência. Ocorre que uma professora que queria passar, num determinado espaço e seguindo em frente, não querendo fazer qualquer desvio, apanhou o meu filhote pela frente e soltou um autoritário e arrogante "Sai da frente!", acontece que o miúdo saiu da frente mas escapou-se de imediato da sua boca "Se faz favor também se usa!"! Pois. Opsss!! Enquanto a professora reflectia no que lhe foi dito ele deu de frosques e foi para a sala, não é que a senhora ainda foi no seu encalço para lhe dizer "Olha lá tu estavas no meu caminho! Não sabes dar espaço?" resposta pronta, mais uma vez, " A professora tinha espaço para passar, não percebi!?!".


Ele até teve a noção que deveria ter-lhe dito a resposta de outra forma, mas saiu-lhe... E até pensava que iríamos chamar a atenção, mas como é possível fazê-lo a quem até teve razão?

 

Agora alguém me diga, custa muito tratar as crianças de forma decente?

Afinal eles serão os homens e mulheres de amanhã.

 

 

 

Imagem retirada da net (obrigada a quem a disponibilizou)

 

 

 

 

Uma questão de educação

Imagem retirada da internet

 

Os comentários ao meu post sobre a "estalada" deixaram-me a pensar na questão da educação. E se realmente os alunos e consequentemente os jovens, estão indomáveis não sei se os adultos estarão melhor. Aliás a juventude é educada por adultos, presumo eu.

 

O meu filho queixa-se imenso da falta de educação dos adultos. E ele tem toda a razão. Assisti há uns dias ele a ir à frente para entrar na frutaria mas como viu que estava uma senhora, até com uma certa idade, atrás de si, encostou-se para o lado e abriu a porta deixando que a senhora entrasse, alguém  ouviu um simples "obrigada" a esta distinta dama? Não! Ele ficou, com toda a razão, bastante indignado.

 

Mas não é a primeira vez que isso lhe acontece.

É costume não lhe agradecerem, não lhe pedirem "se faz favor" e passarem-lhe à frente. Claro, que ele fica furioso, e diz que não não há respeito pelas crianças e não entende! Se ele é educado e gosta de o ser, porque é que custa ser educado com uma criança?

 

E eu também me questiono.

Será que esta tal falta de educação de que falamos não será já um problema estrutural?

Afinal como querem que as crianças sigam o exemplo?

Será que as pessoas estão tão distraídas e imbuídas no seu alto pedestal que lhes custa olhar para baixo, para uma criança, e dizer obrigada! Ou será que por ser uma criança não merece a "ralação".

 

Eu até tentava explicar aos adultos isto, quando me apercebo destas situações, mas acho que a ralação que eu ia ter não iria valer a pena....

 

 

 

 

À estalada!

 

Imagem retirada da net

 

 

Hoje foi dia de reunião lá na Escola, e dias de reunião são sempre bons para escrever um artigo aqui para o meu espacito.

 

Primeiro, acho uma piada ao estatuto do aluno, onde toda a responsabilidade do sucesso Escolar é imputada aos deveres e direitos dos alunos. E o Estado? Onde fica?

Com mega turmas, como e onde está a tal qualidade  que os alunos têm direito?

Sabem o que vos digo? Má altura para se ser professor. Muito má! Os alunos por outro lado não tem outro remédio senão serem alunos.

 

Outra coisa muito interessante foi o facto de uma mãe ter pedido explicitamente à professora para que quando a filha se portasse mal, e portar mal significa ficar a olhar para a afia em vez de trabalhar, ou falar, apesar de se ter pedido silêncio. O que esta mãe diz em todas as reuniões, desde o 1º ano, é pedir que os professores dêem um estalo à filha. E pede de forma insistente que lhe batam!

 

Ora, um dos meus pontos para levar para discussão para aquela reunião era precisamente sobre um professor que tem o terrível hábito de fazer dos miúdos saco de boxe, e estava ali, aquela excelentíssima senhora a dizer que seria legitimo os professores baterem à sua filha.

 

Eu sei... devia ter-me calado! A filha não era minha! Mas bolas! Uma das sua reivindicações era que lhe batessem à frente dos colegas!! Não me calei. Que burra sou! Não me calei.

 

Expliquei, ou tentei explicar, mas acho que o meu tento não conseguiu, que a Escola era um local que deveria educar para a cidadania e bater aos alunos não era um acto nada cívico!

Claro que a senhora reiterou que estava a dizer para bater à filha dela e não ao meu. Mas é o princípio que está em causa! Será que é normal bater a um aluno em frente aos outros? Caramba! Isso não é agressão?

Então existe um professor que bate aos miúdos quando eles não estão calados e há pais que acham isto normal e até incentivam!

Estarei doida??

 

É assim que resolvemos os problemas?

É assim quer ensinamos a resolver os problemas?

À estalada?

Bem, é que se eu desse uma estalada a todos os que se portam mal comigo ou me chateiam, já teria distribuído muitas por aí!

 

Mas pelos vistos não resulta! Porque com o que a miúda apanha forte e feio, ainda não resolveu nada!

 

E como a discussão estava a ficar acesa a professora mandou-nos calar... Ok! Portei-me mal! Agora batam-me!

 

 

 

Só quero existir...

 

“Matias acorda cedo, os seus pais já saíram há muito para o trabalho, lembra-se vagamente de um beijo fugaz depositado pela mãe na sua testa, ou seria um sonho?

Seja como for gostaria que tivesse sido realidade, mas sabe o quanto os pais se esforçam, no seu íntimo, sabe porque não têm paciência para ser ouvido, para lhe permitirem a existência, gosta deles apesar de fingir que os odeia, pois sabe que eles… Eles também deixaram de existir… eles sobrevivem numa torrente de acontecimentos que os leva a ter dois empregos para poder pagar a casa em que vivem, a alimentação, os muitos gastos e ainda ajudar o seu irmão que não consegue arranjar emprego, e que parece afogar as suas perdições numa garrafa. O seu irmão mais novo, tem faltado às aulas, da Escola mandam cartas e mais cartas para os pais irem às reuniões, e eles foram das primeiras vezes, mas agora? Agora não têm forças… deixaram de existir.

E eu? Eu tento existir, tento não me perder naquele grupo que me acedia a esquecer, tento ser ouvido, tento, que gostem de mim, tento ser eu… mas não consigo. Ninguém ouve o meu grito surdo, ninguém consegue olhar para mim! Porque as pessoas deixaram de ter olhar, deixaram de ver! E eu levanto-me todos os dias, arranjo-me e visto-me a contragosto, tenho mais um dia… mas um dia! Será hoje? Será hoje que vou ver um olhar? Será hoje que me deixam em paz e percebem que estou a gritar?

E como ir para uma escola onde não me vêm, onde começo também a deixar de existir….” (qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência)

 

Como ir para uma escola onde temos professores angustiados, onde que eles próprios deixam de existir?

 

Como ir para uma Escola com turmas de 30 alunos onde cada um tem o seu ritmo de aprendizagem? Onde cada um existe de forma diferente? Onde cada um é único e tem de deixar de o ser?

 

Senhores Ministros, Senhor Ministro é isto o “custe o que custar”?

Custa o futuro dos nossos filhos das nossas crianças, do nosso país!

 

Sr. Ministro punha um filho seu numa Escola Pública com 30 alunos por turma? Acha isso pedagógico? No seu íntimo acha esta que esta revisão curricular faz algum sentido? Acha que faz sentido estes mega-agrupamentos, estes exames à molhada?

 

Afinal, percebi o que grita mais alto em si. O político cego, aquele que não quer ver, aquele que só vê números contas a prestar! Mas não as contas que tem a prestar ao povo! Aquelas contas que vos saem iluminadas de um lado qualquer perturbado e estéril. E não vê que essas contas dão um resultado mais que negativo! Não vê que existe nesta vida algo mais além, e que há coisas para as quais temos que dizer -  Não! Basta!

O seu lado de professor deixou de existir! Por favor, peço-lhe, não diga mais o seu título académico de professor, porque isso deixou de o ser! Agora é só o Sr. Ministro da pasta de Educação, o político cego, aquele que deixou de ver o ensino, a pedagogia, os alunos, a aprendizagem como investimento, a maravilha de ensinar e de motivar a aprendizagem! A maravilha de existir! Está a atirar anos de existência para o ar! Está criar autómatos, pessoas que não se motivam. Está a criar burocratas. Está a fazer nascer um ensino só para alguns, aqueles que felizmente, vão conseguindo existir contra tudo e todos, ou que têm uma parte económica que os suporta.

 

Não! Não sou professora. Mas sou algo que o Senhor e os seus companheiros não entendem, sou mãe! Uma mãe que quer que o seu filho exista! Uma mãe que acha que as crianças, sem excepções, devem ter acesso a uma educação digna, coerente e que respeite a individualidade de cada um. Uma educação que forme, que ajude que promova e motive a aprendizagem.

 

E hoje em dia de manifestação de professores, em Lisboa, acho que estes não deveriam estar sozinhos, deveriam estar acompanhados dos pais.

 

É o futuro dos nossos filhos que está em causa. E porque não manifestarmo-nos à frente das escolas de nossos filhos? Porque não começarmos a mexer as associações de pais?

Talvez vá “dar com os burros n`água” mas tentarei.

 

A moda do empinanço

Não sei porquê, volta e meia dá-me para ser do contra. Quando todos falam de exames nacionais nos blogues e os destaques eram esses, eu não me apeteceu falar sobre o assunto, hoje que TODOS os recortes em destaque são sobre o futebol, sim... Portugal vs Espanha (espero que levem uma abada). Eu decido ser do contra e falar sobre os exames. 

 

Talvez não precise de dizer que sou contra estes exames à molhada. Não porque me deu para ser do contra, mas porque vejo a realidade de uma forma onde não encaixam os exames assim. Tenho lido e ouvido várias opiniões sobre o assunto e talvez isso fizesse com que a minha ficasse mais "cimentada".

Um dos muito argumentos que se usam para estes exames é o facto de serem iguais para todos e assim equilibrar o ensino e avaliação igual em todo o País.  Estabelecer a igualdade com um exame nacional?!?Hã?

Outro, e este li no blogue Atenta Inquietude, pois não li a entrevista do professor visado, que refere que um Sr. Professor de Português num contexto da defesa dos exames refere  que quanto mais não seja é uma oportunidade de  autodisciplina para que os miúdos estejam "calados e sentados" durante 90 minutos!

 

Esta "medição de conhecimento" que assenta com "empinaço" de matéria para exames mete-me alguma confusão.

Então onde fica o sentido crítico, a capacidade de interpretação, a capacidade de defender uma ideia, a singularidade?

Não! Não sou contra a memorização, nem contra os exames e nem contra as avaliações!

O que sou é contra este ensino de números, quantidades e políticas educacionais que não pensam no futuro, porque o futuro tem que ter uma base sólida e o nosso futuro educacional anda sem bases!

 

Turmas de 30 alunos!! Que bases são estas?

Empinanço? Isto é a base? E isto fez-me lembrar o artigo de opinião de Daniel Oliveira no Expresso "O que é que isso interessa? Não sai no exame!". Não se enganem, o que vai passar a interessar é a matéria que sai no exame, o resto é lixo! E o que foi marrado possivelmente terá o mesmo destino, irá para a "gaveta do esquecimento".

 

Claro que tem que existir um avaliação! Esta, do meu ponto de vista, deve ser rigorosa regular a par com as aprendizagens.

O nosso sistema educativo deveria apostar em vias diferenciadas promovendo uma melhor qualificação da aprendizagem e, claro, profissional.

Os alunos terminam o básico sem saberem interpretar um texto e desenvolver uma ideia! E isto resolve-se com um exame? Com mega-agrupamentos? Com turmas de 30 alunos? Isto resolve-se traçando objectivos a curto-médio prazo e sempre com a sombra da Troika? Isto resolve-se utilizado exames como instrumento político? (E isto é válido para todos os Governos)

 

Já se pensou no abandono escolar? Será que é isso que interessa? Porque é que outros sistemas educativos abandonaram estas ideias?

 

A igualdade não será transmitida  através de um ensino que vise ser equitativo? Como pode existir igualdade entre Lisboa em que nas salas de aula os miúdos não sentem a agrura de uma geada? Sim! A Escola não tem dinheiro para pagar o aquecimento.

Como pode existir igualdade onde as aulas de laboratórios de Ciências não funcionam na maior parte das Escolas? Onde as vivências de Norte a Sul não são as mesmas?

 

Promovam a igualdade mas comecem do início, ora tentem lá.

Minorias

Sempre existiram e sempre existirão grupos que fazem parte das chamadas minorias, neste caso estou a falar de minorias que possuem uma determinada patologia, parece-me que é nosso dever não ostracizar essas minorias e fazer de tudo para poder incluí-las e até ajudá-las.

 

E será que foi feito esse tudo no caso de uma criança de seis anos com hiperactividade e impedida de entrar na escola em Viana do Castelo?

 

Será que a criança está devidamente acompanhada? Será que na escola estão cientes do que representa esta patologia?

Eu sei que é complicado para as outras crianças serem constantemente agredidas por este menino, mas estamos praticamente no final do ano, ter-se-iam tomado as medidas necessárias e menos, digamos, trágicas, para que este caso não terminasse assim? Estamos a falar de uma criança de seis anos!!!

 

E será que também foi feito tudo no caso de uma aluna de uma Escola Secundária, em Valongo, que possuidora de um glaucoma que  viu recusada a ampliação dos exames nacionais de A4 para A3? Será assim  TÃO difícil executar o raio de uma ampliação? Afinal isto já lhe tem sido facultado ao longo do ano para as restantes fichas de avaliação!

 

Agora a sério, tentem lá responder-me estes "será" que eu não consegui! Às vezes parece-me que as coisas andam para trás em lugar de caminharem para a frente...

Matemática a rodes!

Imagem retirada do Jornal Público

 

Conheço um ou dois casos de alunos universitários que lutam com muitas dificuldades para poderem estar na Universidade. E ao que sei ainda não estava decidido o seu pedido de bolsa, no entanto as aulas já começaram. Ora então vamos a contas, eu que detesto matemática não tenho feito mais nada. Imaginem uma mãe, sem ajuda de um pai ou de qualquer familiar,  que recebe 485 euros, ordenado mínimo, paga renda de casa, que como se sabe não é muito menos que 200 euros. Sobram 285 euros! Para comer e para subsistir,  já nem digo vestir-se e calçar-se porque nem para isso dá, é esticar ao máximo as solas dos sapatos e pontear uns buraquitos na roupa gasta e ir ao chinês substituir o que precisa de ser substituído. Não esquecendo a conta, mais alta, de eletricidade, gás e água. Mesmo com umas horas aqui e além a passar roupa e em limpezas o dinheiro não possui propriedades de elasticidade, embora, às vezes, pareça!

 

Sobram 285 euros, para ela e para o aluno/a que foi entretanto para a Universidade, fora da cidade onde habitavam, precisando de arcar com despesas de alojamento, gás, água, eletricidade, fotocópias, comida, deslocações, livros....

Quem tem filhos na Universidade sabe bem o que se gasta e quem já lá andou também saberá.

 

Este novo aumento de propinas, que insistem ser de só 30 euros, e sublinham, por ano, tem um cume de dois bicos.

Podem vir dizer que 30 euros por ano não é muito. E não será para quem, AINDA, vai podendo pagar as muitas despesas, no entanto, para quem tem os cêntimos contados é muito sim!

O que eu não percebo é, então querem facilitar a vida a alguns e vão dificultar a mais? Então aumenta-se para ajudar e ao mesmo tempo aumenta-se o número de alunos a ajudar? Não existirá mesmo mais nada a fazer?  E o que será dos estudantes que ficam na margem dos critérios definidos? Alguém já pensou que estes podem passar a viver uma situação muito criteriosa?

 

Existem irregularidades para quem usufrui de bolsa? Se existem, denunciem! Não se conformem. Não pode pagar o justo pelo pecador.

 

Há quem consiga arranjar trabalho nas férias mas também há quem não consiga.

 

Estamos a chegar a um nível perigoso! Em que a formação superior sairá cara e só para alguns, mas atenção, a ignorância e falta de formação sairá ainda mais cara.... ou será esse o objetivo?

 

Muitas dúvidas que o meu tento partilha com os alunos do ensino superior.

"a e i o u" à defesa!

 

Imagem retirada daqui

 

Nos tempos que correm os professores além de fazerem a sua licenciatura para estarem capacitados para dar aulas, e a par disso realizarem atualizações frequentes do seu saber, têm também que tirar um curso de defesa pessoal.

 

Pois é! Não basta saber expressar-se, saber motivar, terem que andar com as trouxas às costas, terem que caminhar ao lado da precariedade, também têm que saber defender-se dos alunos!! Dos alunos, e dos seus pais muitas vezes.

 

E ainda se perguntam porque é que os professores são das classes profissionais com mais depressões? (a par dos profissionais de saúde, que também já fizeram o tal curso, mas isso é outro artigo...)

 

Muitos apontam como solução uma coima ministrada aos pais, que não estou em completo desacordo, claro que é necessário ter um atitude imediata e eficaz. Estou a falar de uma acção atempada e que demonstre quer aos pais, quer aos alunos que a escola não é uma presidiária nem um local de conflito, mas sim um local de aprendizagem.

 

O ideal seria também pensar em acções a longo prazo que evitem ou diminuam a frequência destes episódios. Acções que envolvam os pais, o que sei ser tarefa difícil, para não dizer impossível.

Temos mesmo que repensar como é que as coisas estão a ser feitas e que programas se podem implementar na escolas, por exemplo com na saúde escolar, que têm nas suas equipas técnicos de saúde motivados para esse efeito e capacitados para tal.

A sociedade tem que ver o ensino, a educação, com olhar de quem vê! Mentalizando-se que temos ali um pilar muito importante.

 

Algo te que ser feito! A estrutura de pensamento tem que mudar.

Alguém me disse "antigamente eram os professores que batiam nos alunos", eu mesma apanhei duas reguadas (injustas, e que ainda não perdoei) "agora são os alunos que batem nos professores". As duas atitudes estão erradas, não podemos voltar atrás, mas temos que ver o presente com outro olhar para que o futuro seja digno de existir.

 

Hoje eu tento ccompreender como se chegou a esta aula, que professores pagam para ter... mas meu tento não consegue! E penso que por este andar não tardará que sejam pedidas pravas de aptidão física aos professores.

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