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Eu tento, mas meu tento não consegue!

Sabendo que nem sempre vou conseguir ir aos vossos espaços, mas nunca vos esquecendo e sempre tentando...

Eu tento, mas meu tento não consegue!

Sabendo que nem sempre vou conseguir ir aos vossos espaços, mas nunca vos esquecendo e sempre tentando...

Grilhetas...

Acho que nunca fiz o que que estou prestes a fazer aqui neste meu cantinho! Escrever sobre uma telenovela!

 

Mas trata-se de uma telenovela especial. O problema é que como é especial dá tardiamente... e como eu devo ser descendente de galinhas, espero que só na hora de ir para a cama e no sentido de orientação, e  que o cérebro que seja de outro animalzinho. O que se segue é que vejo sempre a minha novela gravada.

 

E porque cargas de água falo eu de um novelete no meu blogue?

Não só porque foi premiada pelo seu rigor histórico, mas também porque nos permite recuar no tempo num Brasil onde a escravatura tinha sido abolida. Tinha sido abolida no papel porque nas mentes humanas ainda continuava viva. Assombrosamente viva! Assim como o preconceito. Mas esse parece perdurar no tempo. Penso que as piores e mais horrendas grilhetas não são as que nos prendem fisicamente, mas sim as que nos toldam a mente!

 

Vários temas surgem durante o desenrolar da história. A "revolta da chibata", o inicio das favelas, do futebol brasileiro, a luta da mulher pela sua independência como pessoa e muito mais.

 

Já não vão a tempo de ver esta magnífica produção da Rede Globo que na sua página criou uma ligação entre a telenovela e os factos históricos reais.

 

Destaco também a banda sonora deslumbrante para quem gosta de boa música brasileira e que vale a pena pesquisar no supremos YouTube. Façamos-lhe uma vénia.

 

Deixo o trailler, em Inglês, porque vale a pena ver que é um tema que deve correr mundo! Para nunca se esqueçam os erros da humanidade! E verificar como vale a pena realizar telenovelas com temas importantes!

 

 

 

 

A escravidão da intolerância (petição)

Esta história não é de hoje, aliás já é de há muito, muito tempo... Do tempo em que o ser humano se resolveu escravizar com a religião.

 

Compreendo que a fé é algo até necessário à condição humana, e em muitos casos benéfica, mas a religião existe muitas vezes para subjugar, para escravizar o pensamento, para fazer sofrer ou que tem o sofrimento como base, e onde? Onde está o positivo nisto?

 

Por vezes a religião é exercida com poder, por quem sabe que existem pessoas que aceitam esse poder, pois estão subjugadas a um dogma! Um dogma em que acreditam, e que lhes dita obediência inquestionável.

 

E como se não bastasse a imensa intolerância que existe nas almas errantes deste mundo, junta-se a esta intolerância a religião. O que dá?

Algo muito inacreditável! Uma criança, meu Deus (seja de que religião for)! E como se não bastasse uma criança paquistanesa com síndrome de Donw, está presa fruto desta intolerância desta perseguição, de um mundo que não sabe aceitar a diferença, de um mundo onde muitos de acham melhores que outros, onde muitos acham que o seu Deus é o mais bonito, o melhor, e o mais forte! Um Deus mais Deus que os outros!

E pedem o castigo desta criança que alegadamente queimou, ou fez sei lá o quê, com folhas do corão. Um castigo pode ir desde a prisão perpétua até à morte!!!

 

Tenho vergonha de um mundo deste! Tenho vergonha que existam pessoas capazes de se esfolarem, matarem, espezinharem e torturarem em nome de uma religião! E nisto não existem muitas religiões a escaparem, tanto faz que sejam cristãos, como muçulmanos. Mas POR FAVOR deixem de ser escravos, escravos da intolerância. A religião deve servir para trazer alento, paz e não dor. 

 

Imaginemos a dor daquela criança. Eu tento imaginar e não gosto. Existe já uma petição que apela à libertação, e  claro protecção, para Rimsha Masih lançada pela Avaaz.org (quem quiser assinar basta clicar em cima do nome da organização)


Por favor tentem lutar por um mundo livre onde todos possam dar as mãos independentemente dos credos, porque todos podem coexistir em paz e harmonia. Eu acredito nisso, esse é o meu Deus, a força que nos une como seres únicos que podem e devem zelar por todo este espaço que nos foi oferecido. Cuidemos bem dele e uns dos outros! Eu tento um pouquinho...

Imagem retirada daqui

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