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Eu tento, mas meu tento não consegue!

Sabendo que nem sempre vou conseguir ir aos vossos espaços, mas nunca vos esquecendo e sempre tentando...

Eu tento, mas meu tento não consegue!

Sabendo que nem sempre vou conseguir ir aos vossos espaços, mas nunca vos esquecendo e sempre tentando...

O Negrume das Sombras

bolinhas tailandesas.jpg

 

 

A par da Mula, e dos seus desabafos, também irei dar aqui a minha opinião sobre o novo filme da saga “Cinquenta Sombras de Grey”. Preparem-se....

 

Espantem-se se quiserem, li os livros. Se é que se pode dizer que se lê algo quando se passam algumas folhas para a frente e se lê obliquamente, mas pronto, passei os olhos pelos 3 livros da saga. E até hoje não consigo entender o sucesso daquilo! Está tão mal escrito que até dói! E nem sequer a ideia é original! A mocinha ingénua que tenta mudar o rico homem rico, cheio de cicatrizes psicológicas e físicas e que vive com ele um sonho de Cinderela! O rico homem muda, apaixona-se por ela e juntos vivem um amor tórrido! Existiu a introdução de algumas práticas BDSM, o moço tinha alguns gostos, digamos, peculiares. Ao longo da Saga a moça percebe que também partilha desses mesmos gostos. Gosta de umas palmadas, do jeito que não sejam de força de mais!

 

Muito se falou na altura sobre isto!!! Segundo alguns críticos aquilo incrementava a violência e blá, blá, blá! Não sei o que é que aquela gente leu, ou viu, mas eu não vi incremento nenhum! Aliás, ela manda-o dar uma curva quando ele é demasiado possessivo e quando as palmadas são mais pesadas do que ela queria! Questiono-me se isto das críticas se não seria uma técnica de venda! E das boas!


Quanto ao filme. Se não fosse acompanhada com amigas, que se queriam divertir, não iria ver. Não é um filme que valha a pena a deslocação ao cinema. Mas assim em grupo achei engraçado. Neste segundo filme os actores parecem mais à vontade e sem estarem tão presos ao livro. Interpretaram sem soar a falso como aconteceu no primeiro. De resto é um filme com uma moça e um moço que ficam bem no grande ecrã, pois quem é que não gosta de ver bons espécimes da raça humana?

 

Além de tudo as cenas são eróticas q.b. e com uma certa beleza. O quarto de "ferragens" do tipo, onde ele expõe as "coleiras", chicotes e outras ferramentas, não me pareceu nada soturno mas sim algo interessante e onde se pode fazer uma excursão. Género excursão a museu. Isto para saber para que é que servem todos aqueles apetrechos! Às vezes ficava na dúvida se o tal quarto seria para cavalos ou pessoas!

 

E por falar em apetrechos fiquei curiosissima com umas bolinhas em cordão que mostra a personagem super satisfeita com o seu uso!

Vá, até se aprende umas coisas, por isso deixem-se de falsos puritanismos!

Rindo

Como não me apetece discorrer sobre o que a Troika disse, os palermas do Governo fazem e o que o Presidente diz, resta-me deixar hoje uma sugestão para umas risadas que nos aliviem o Stress de tanta treta.

 

"Chefes Intragáveis" não é uma novidade, mas para mim que represento o povo e sou a personificação da crise, só vejo os filmes quando estes vêm parar à televisão. Para quem já viu valerá certamente dar umas gargalhadas.

 

De que se trata?

Nada mais do que as peripécias alucinantes em que três indivíduos se metem para levar a cabo o assassinato dos seus patrões que são umas bestas. Bem um deles não é uma besta, é uma predadora sexual.

 

Não é um filmão, mas apenas um filme que dispõe bem e cumpre a sua função com confiança, a de fazer rir!

 

Tentem esquecer as agruras rindo é o melhor que temos a fazer. Bem, o melhor não é, mas já que ninguém quer mandar o Coelho embora, é o que nos resta...

 

Um mundo de cor

Há um sonho que tenho desde criança,  e houve um filme que me fez recordá-lo, "As Serviçais", um filme extraordinário que foca uma parte vil repugnante do ser humano, o racismo. Embora este filme até o faça de uma forma muito branda em relação à realidade.

 

E vá-se lá saber porquê, decidi falar sobre esse meu sonho hoje...

Quando era pequena, branca, loirinha e com cabelo tipo "pelo de rato" (era assim que o chamavam, o que não me deixava nadica bem disposta) sonhava ser negra. Queria aquela pele quente, aquele cabelo carapinha e aquele jeito bamboleante.

 

Era das poucas brancas na minha escola e talvez isso ajudasse a querer ser algo que não era, nunca senti o racismo sob a minha pele, talvez porque uma alma não tem cor. Sim, as almas, os espíritos livres não têm cor ou têm a cor que quiserem.

 

O meu tento hoje não tem o sonho de ser negra, nem branca... acalenta o desejo de viver o suficiente para ver um mundo sem cor e com todas as cores juntas!

 

E porque ontem foi domingo.

Pois é! Ainda ando na minha atualização cinematográfica! Pode ser que lá para o fim do ano consiga ver os filmes que receberam nomeações agora...

 

Desta feita calhou a vez ao Woody Allen e à sua perícia em fazer-me refletir. Devo dizer, entretanto, que este cineasta não me caiu logo no goto, provavelmente tive azar nos primeiros filmes que assisti sob a sua realização, mas o certo é que não só fui gostando dele, como acho que tem o dom de emaranhar e entrecruzar vidas que nos transportam para a realidade.

 

Neste filme,  ele levou-me a sonhar a entrar na irrealidade e ao mesmo tempo fez-me refletir que todos temos o nosso caminho é só uma questão de ter coragem de o seguir, e claro a sorte de o encontrar! Constatei também que a realidade dos outros parece-nos muitas vezes melhor do que a nossa. Esquecemos com frequência que existirão sempre "épocas de ouro", épocas de grandes criações! Estou a falar de arte! Pintura, poesia, música e claro o cinema!

 

No futuro estarão a falar da "nossa" época de ouro! Dos filmes que foram realizados, da bela literatura produzida no nosso tempo, da mania da vampirice e do 3D e claro da música que move montanhas e que espelha, muitas vezes, o sonho comum.

 

O meu tento adorou fazer esta viagem com Woody Allen à "Meia noite em Paris" ... gostei imenso de sentir o cheiro da chuva. Existirá algo que supere andar à chuva em pleno Verão (sim que não sou assim TÃO maluquinha)? Gostei de passear pelas magníficas ruas de Paris, tão bem acompanhada pela magnífica banda sonora deste filme, que dá sempre uma ideia de movimento, mesmo em cenas mais paradas.

 

Penso que este filme nos convida a fazer uma viagem para outros tempos, basta querer, escolher o lugar certo, abrir a mente e claro esperar pelas doze badaladas =)

É amor...

Fim de semana equivale a assistir um filmezito, muitos deles já saíram para o cinema há algum tempo, mas isso até tem o seu quê de positivo, assim também não sabemos as "opiniões" da moda que muitas vezes nos influenciam, inconscientemente ou não, na escolha de um filme. Mas não é sobre o livre arbítrio que quero falar, esse ficará para uma próxima, quero falar sobre o que um filme me lembrou de escrever sobre o amor. Lembrou-me de escrever algo que já faz parte do meu pensamento e do meu sentir.

 

O amor é o  tema predileto de poetas que nos enternecem com as suas mágicas  poesias repletas de floreados amorosos. O amor conquista plateias enche os corações e faz verter algumas lágrimas presas na emoção de uma semana sem grandes magias e com muitas correrias.

 

Mas afinal o que é o amor?

Cientistas dizem tratar-se de uma reação química, longe do coração, símbolo predileto para o ilustrar, no cérebro.

Poetas muitas vezes condundem o amor com paixão e envolvem-nos no seu emaranhado de emoções.

Escritores dramatizam-no e criam histórias encantadoras capazes de nos suster em suas palavras.

Cineastas tentam retrata-lo fielmente, tentam porque a realidade foge-lhes. E na esperança de ter esse amor de ecrans, de poetas e escritores muitos perecem sem senti-lo, ou sem terem a certeza de que aquilo que sentiam era o amor....

 

O amor não começa com a magia do primeiro beijo, com o enamoramento de um olhar ou  com o a fuga daquele  odor que nos faz tremer as entranhas. Não! Para mim o amor começa com dias partilhados, com momentos de alegria e lágrimas de tristeza, da discussão, da divergência de opiniões, e claro, da cedência, do altruísmo, do pensar no outro. Começa com coisas simples como ida às compras, com a partilha da lista de supermercado e da mantinha de sofá (sim, eu não partilho a minha mantinha por da cá aquela palha=)), com a partilha de opiniões, com a divisão de gavetas, a escolha da casa, com os dias de cansaço, com os dias de festas, os dias soltos, o passar dos dias de chuva e de sol. Cresce com os dias, amadurece e solidifica com os anos.

 

No entanto muitos pensam, inocente e ingenuamente que o amor não precisa de ser alimentado, afinal o outro sabe que estamos "lá" e que o amamos! Sabe!?! Mas quer ouvi-lo e senti-lo, nas ciosas simples de um bilhete, na espontaneidade de uma carícia inesperada, na simplicidade de uma flor oferecida fora de "dias pré convencionados" para o efeito.

O amor está lá, nos momentos difíceis, porque amar nos dias bonitos e solarengos é fácil. O Pior é ficar quando começam as dificuldades no imprevisto da vida.

 

O amor não quer só paixão, o amor quer acima de tudo uma amizade cúmplice diária.

 

Podemos ser mortais mas o amor é imortal! Esse prevalece mesmo que se queira apagar o sentir, porque este nos faz doer! E quando a dor desaparece fica, não a simples lembrança de um doce amor, fica sim o amor e todos os momentos que não deixemos que morram jamais, esses momentos seguirão a humanidade pois ela firma-se no esplendor do amor

 

O meu tento fica assim... um dia (One Day), uma vida com esta visão do amor. Com esta maravilhosa partilha de mim.

Água para Elefantes.

E porque ontem foi domingo, dia de descontração, deixo mais uma sugestão cinematográfica, um filme forte, romântico e que explora as várias facetas do ser humano.
A vida tortuosa das pessoas e animais no circo, onde mesmo assim se pode encontrar o amor e a amizade, indicando que com eles e por eles se pode tudo e se consegue tudo.
E porque o meu tento  está com preguiça, deixo o meu espaço assim... simples. Espero que a semana também fique assim!

Red Dog

Este é um filme, digamos que, pouco convecional, baseado numa lenda canina Australiana - Red Dog - O viagante de Pilagra que morreu em 1979. Existe uma estátua erguida para este cão na entrada da estrada para Dampier. Vale a pena! Recheado de humor, como se pode ver pelo trailer, e com boas críticas no IMDB, aqui fica para adoçar a curiosidade....
Não resiti em colocar este vídeo, que, na minha modesta opinião, está simplesmente hilariante. Só encontrei um cão um olhar tão presente quanto este...
O meu tento quer o olhar para o sol, que aparece tímido e deixar que ele me aqueça a alma... e tudo o que ajudar é bem vindo =)
Por isso quem aqui vier que desfrute destes minutos de boa disposição

Despertares!

Revi um filme, daqueles filmes que nos fazem pensar no verdadeiro sentido da vida. Daqueles que acordam algo que precisa de se espreguiçar ruidosamente.

"Despertares" retrata a história verídica, do médico Malcolm Sayer, interpretado por Robin Williams, contando também com a maravilhosa interpretação de Robert De Niro para o papel de Leonard, um doente catatónico. Este filme demonstra a força da alma humana e toda a ternura que nela habita. Mostra o despertar da verdade que esquecemos  muitas vezes, mais do que as desejáveis, o que verdadeiramente importa na vida!

 

Vivemos sempre em função do amanhã e esqueçemos de viver o presente! O amanhã ainda não chegou e não sambemos o que ele contém...

 

Julgamos demasiado o outro sem saber que "nós" somos o outro! Nós somos aquele idoso que atravessa vagarosamente a passadeira e nos atrasa a passagem, somos aquele doente que não consegue falar nem ouvir, que está ali, mas não está. Somos aquela pessoa que sofre por dentro sem saber porquê, somos aquele senhor que tombou ao nosso lado agarrado ao peito, somos aquele que estaciona mal o carro porque está com pressa de buscar o seu filho, somos aquele que tem pressa de viver... Estamos tão perto  do outro e ao mesmo tempo julgamos que estamos longe, acreditando funestamente que ganhamos se o outro perde...

 

Os outros... nós... temos que despertar para o que realmente importa! A amizade, o amor,sorrir,... as coisas simples da vida que muitas vezes complicamos.

 

Será que trabalhando mais trabalhamos melhor?

Será que abafando a nosso ser que precisa de liberdade, seremos melhores?

Será que vivendo a correr, vivemos mesmo?

Será que estamos realmente acordados para a vida?

Será que precisamos de algo que nos acorde?

 

Existem relatos de pessoas que ao passarem por experiências de "quase morte" passam a apreciar o que realmente importa. E a imensidão de problemas que antes os atormentavam passam a ser desprezíveis para quem acordou, acordou para a vida! Passa-se então a olhar para tudo com mais avidez, com mais deslumbre. Deslumbre para o que antes esteve sempre lá, mas não se viu. No entanto alguns voltam a adormecer, a esquecer, voltando a julgar, voltando tomar tudo como garantido!

 

Porque será que nos esquecemos de acordar?

 

O meu tento não quer adormecer para vida, quer despertar por longos momentos!

Para a fotografia ou não, o que conta é a intenção!

Vi este filme na Sexta à noite, é uma película simples com dois grandes atores, mas não é por causa da história do filme que resolvi escrever este artigo mas sim para comentar algo que li na revista "Única", distribuída com o jornal "Expresso" (não encontrei o artigo desta revista na net mas encontrei este).

 

O tal artigo fazia referência a uma multa que a Tripictures, distribuidora do filme, teve que pagar, com um valor aproximado de cerca de 29 mil euros, porque no cartaz promocional do filme os atores não levavam capacete!!! A multa foi aplicada pela Direção Geral de Tráfego de Espanha, porque acharam que tal imagem denuncia um "mau exemplo" e um "incumprimento das normas"!!!

 

A sério?!?

 

Por acaso no filme a protagonista, interpretada por Julia Roberts, a certa altura quando é convidada para saltar para a Lambreta não quer por o capacete mas o protagonista, aqui interpretado por Tom Hanks, obriga-a a ter uma conduta responsável. Será que nem isto demoveu a DGTE?

 

Eu por mim acho que o título desta notícia poderia ser,  "País em crise aproveita todos os trocadinhos"

 

O meu tento bem tenta perceber estas coisitas triviais, mas às vezes o meu tento não consegue...

Pensar...

Este fim de semana, para variar vi um filme para adultos!

 

Vá... para maiores de 12, para especificar melhor. ;)

 

Sim , porque quem tem filhos menores que essa idade sabe do que falo! Dou por mim com o panfleto dos filmes disponíveis nas salas de cinema e os que me chamam a atenção são os filmes da animação, enfim...

 

Mas este fim de semana ouve uma "brecha" para assistir a um filmezito no meu querido sofá.

 

O realizador é daqueles que me põe sempre a pensar, arranja sempre maneira de me pôr a pensar... raio do tipo não tem mais nada que fazer!?

Convenhamos, pensar é algo perigoso nos dias que correm...

 

Woody Allen é daqueles tipos que consegue com uma comédia dar-nos a volta ao miolo enquanto nos rimos.

 

O  título do filme era: "You Will Meet a Tall Dark Stranger" tradução em português " Vais Conhecer o Homem dos Seus Sonhos", não vou falar das traduções de títulos de filmes porque isso dá para outro artigo...

 

O filme gira em torno de diferentes membros de uma família, das suas vidas amorosas confusas e suas tentativas para tentar resolver os seus problemas...

 

A conclusão que eu tirei é que a única pessoa que terminou "feliz" foi a personagem que se mantinha iludida com o que lhe dizia uma  vidente charlatã.

 

O que me deixa a pensar que a ilusão não é tão má quanto parece, por vezes é bom estarmos iludidos talvez assim possamos ter esperança...

 

Por mim mantenho a ilusão de que não me vão cortar no subsídio de Natal!

 

Eu bem tentei não falar de "cortes" mas o meu tento não consegue... chatice, amanhã acordo com mais força! Ilusão? Não.

Esperança :)

 

 

 

 


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