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Eu tento, mas meu tento não consegue!

E pior do que não conseguir é nunca ter tentado... Bem vindo! Faça de conta que está em casa :)!

Eu tento, mas meu tento não consegue!

E pior do que não conseguir é nunca ter tentado... Bem vindo! Faça de conta que está em casa :)!

Tapem os ouvidos!!!!

música má.jpgImagem retirada daqui

 

 

O mundo está definitivamente perdido!!

Acabo de ouvir nas notícias que um raio de uma música, sim, raio mesmo! Para não dizer pior! Essa bodega com a letra de "Alez Portugal Allez...on va ganhez", e por aí vai numa salgalhada de portu-francês acompanhada de batida eletrónica , tem sido um sucesso????!!!

 

Malta, estão com os neurónios avariados???

Caramba!

Quer se dizer que se eu for cantar uma trampa qualquer para o Youtube também terei 89 mil visualizações??? Embora o jornalista da SIC  tivesse dito que era 10 milhões

Ah! E livrem-se de eu colocar aqui a ligação!!! Não quero sujar aqui o post!

 

 

Hora da informação

mánotícia.jpg

 Tenho andado em recuperação fisiátrica na piscina, chama-se hidroterapia. Por acaso pertenço a uma classe em que sou a mais nova (Iupiii). Isto tudo para vos dizer o quê?

 

Eu não vejo telejornais, simplesmente leio o Jornal online, e só leio as notícias que quero, passo à frente desgraças (embora fosse inevitável ler a desgraça de hoje). Mas sempre que chego a fisioterapia, aquelas maravilhosas e simpáticas senhoras, fazem o favor de me informar de toda a desgraça, e mais alguma, que passou no telejornal!!! No início ainda perguntavam admiradas "Mas não viu falar?!", eu respondia que não, que não gosto de ouvir telejornais precisamente para evitar as notícias "desgraça". Pois mesmo assim fazem a "gentileza" de me informar de tudo o que eu não sei, e nem quero saber!!!

 

Resta-me pensar, hoje que tenho hidroterapia, quem será que matou quem, ou estuprou, ou esfaqueou, ou atirou pelas escadas, ou...?

Espremer ou não espemer eis a questão

mamaa.jpg

A propósito da nova polémica da moda, sobre a prova pedida a duas recentes mães em como estavam a amamentar. Em que o normal é que seja pedido um atestado, passado por um médico, que confirme a tal amamentação. Mas parece que andam por aí muitos atestados fraudulentos, afinal estamos em Portugal, como tal, há que pedir a estas mães, por acaso enfermeiras, uma no Hospital de S.João, outra no Stº António e ainda uma terceira que está mais calada (sabe Deus...), que sacassem da mamoca e a espremessem à frente de um médico (mais idóneo que o que passou os atestados de amamentação...) para ver se saía leite.

 

Quanto a isto tenho algumas considerações a tecer.

Primeiro, há de facto atestados passados em como se está a amamentar e na realidade não se está. Mas será isto um abuso?

Será um abuso querer ficar mais tempo com um filho que se acaba de deixar para regressar ao trabalho?

Será abuso valer-se da amamentação para conseguir uma redução no horário de trabalho, que até devia ser de lei, quer para quem dê a mama como para quem não dê?

 

Até porque, pensem comigo, já não basta a uma criança ter que mamar num biberão e ser-lhe suprimida toda a vantagem de um leite materno ainda tem que ficar menos horas sem a sua mãe? Onde é que isto é justo?

 

Posso admitir que isto possa ser considerado chico-espertismo. Valer-se de um atestado para conseguir algo que na realidade até é mentira. Mas caramba! Este parece um chico- espertismo para bem da criança. Mas este é um problema base de Portugal, a carência de leis que protejam as recentes mães e as suas crianças, e a falta de civismo de base, mas isso é outro post, e outro assunto que estou para aqui farta de dissertar. 

A mim custou-me imenso deixar o meu filho quando tive que regressar ao trabalho. O que temos melhor na vida? Não me digam que é o trabalho???!!!

Segundo, então pede-se às funcionárias que espremam a mama????!!! A sério? Isto sim não será abuso da entidade empregadora?

Por acaso as mães tinham leite. Agora deixo a questão. E se não tivessem?

Quem sofreria?

As mães que queriam menos horas para estar com os seus bebés. E aos médicos que passaram o atestado fraudulento? Que lhes acontecia? Que acontecia aos médicos que quiseram ajudar os bebés e as mães?

 

Tempos tristes estes... em que uma mulher tem que sacar da mama para a espremer no trabalho só para provar que dá de mamar! Onde é que isto vai parar???

Um tempo em que o trabalho, o dinheiro, os números e os indicadores valem mais do que a vida!

 

 

 

 

Atendado aos Direitos Humanos

sem-abrigo2.jpg

Surge na grande cidade Invicta um movimento intitulado "Uma Vida Como a Arte", que prevê um grupo de sem abrigos a mover uma acção em tribunal contra o Estado.

 

Obviamente estão a ser ajudados por uma advogada a título pro bono. Pensam pelo menos chamar a atenção para as condições em que vivem. Muitos com o Rendimento Social de Inserção - RSI -  que atinge o valor máximo, para alguém que vive sozinho, de 178,15 euros.

 

Ora, eu já ouvi falar-se tanto contra este RSI.

 

Claro que há muitos a lucrar com este RSI. Muitos que não o merecem e que estão a tirar a quem na realidade precisa mesmo. Mas será que por isso deveremos retirar a todos?

Fala quem tem a barriga cheia, é o que normalmente penso.

 

É fácil dizer, como vi num comentário à notícia em questão no Jornal Público, que arranjem trabalho! Não querem trabalhar! Pois... deve existir quem não queira, mas há muito mais quem quer e não lhe é dada a oportunidade. E por isso julga-se. Julga-se demasiado...

 

A mim chateia-me deveras que haja quem receba e viva do RSI e de outros negócios não declarados à socapa e receba bem mais do que eu! Mas chateia-me mais saber que há quem precise de comer, vestir, calçar-se, ter um tecto decente e não tem nada! E acham que com 175 euros se fez o quê?

 

E tal como diz a notícia. Têm isenção de taxas moderadoras mas com que dinheiro é que compram a medicação? E só quem tem medicação crónica para tomar é que sabe o quanto gasta!

 

Resta-lhes a esperança...

A esperança que um dia existirá que não se aproveite destes dinheiros e um dia existirá quem não precise deles.

E o doido sou eu?

pequenoerro.jpg

Esta semana li no Jornal Público uma notícia que é no mínimo arrepiante. Esta notícia falava de um homem que tinha sido internado num Hospital Psiquiátrico compulsivamente. Mas a notícia aqui é que o senhor em questão veio agora a público dizer que não sofre de nenhuma perturbação mental! E que isto não foi mais que algo projectado pela sua família. E azar dos azares o irmão dele é casado com uma médica, o que parece tornar a opinião dos familiares, que envolve o pai e o irmão, fora de contestação. O que se segue é que o tal senhor, de nome Carlos, foi internado tendo-lhe sido administrado tratamento da "pesada", e para quem percebe um pouco disto sabe como alguns medicamentos psiquiátricos podem levar a perturbações de todo o género só pelos seus efeitos secundários, que foi precisamente o que aconteceu a esta alminha.

 

Não sei se de facto o Sr. Carlos sobre mesmo alguma perturbação, mas não me custa a acreditar que tudo isto não passe mesmo de uma gigantesca falta de profissionalismo e certa dose de facilitismo. Para deixar de fora a cretinice dos familiares. E estamos a falar de uma perturbação psiquiátrica o que leva este caso a ter contornos mais graves. Qual a credibilidade do senhor agora?

Eu digo-vos. Zero!

E mais vos digo, não é assim tão difícil um familiar fazer crer a um médico que o seu parente sofre de pertubações no 5º andar. Ao que parece foi isso mesmo que aconteceu. Uma das psiquiatras consultou o homem e disse que ele não tinha perturbação nenhuma. Seguidamente falou com os seus familiares, inculindo a tal familiar médica com opinião considerada idónea, e como se tratava de uma colega, tramou a opinião anterior da psiquiátra e tudo culminou no internamento do Sr. Carlos.

 

É assustador! E só quem já passou por algo semelhante, não na área da psiquiatria mas na de fisiologia, é que vos pode afirmar que os erros mais simples podem sair-nos muito caro. 

 

Já por aqui falei da minha dor crónica, e muito dela a devo a erro médico, a falha num diagnóstico correcto e atempado, à eterna mania de não ouvir os doentes, de tirar conclusões precipitadas, e de se optar pela via mais fácil e comum! A dor foi-se instalando e tomando contornos impossíveis de suportar e quando passados 7 meses se resolve investigar a fundo é que se percebe o que já se devia ter percebido. E aí já a dor está de tal forma que é difícil reverter o processo. O tratamento adequado tardou e agora tenho que aguentar tudo o que não foi feito a tempo e horas....

 

Lembro de ter consultado várias especialidades médicas na esperança que algum me desse solução. E isso é o que todos fazem quando algo os atormenta. Numa consulta com uma Médico com especialidade de Medicina Interna este cismou que o que eu tinha era fibromialgia. Isto apesar de essa hipótese ter sido colocada muito no início e ser colocada de lado após um determinado exame, e,  mesmo do sintoma de dor , e falta de mobilidade no braço direito, ter surgido após um traumatismo e ser num local bem específico. Bem... como a dor não resolvida já atingia uma grande parte do meu lado direito o tal médico quis provar-me que era o tal diagnóstico dele que para mim não fazia sentido!

 

O que ele fez?

Começou a pressionar o local dos 11 pontos fibromiálgicos e sempre que do lado esquerdo (onde não me lesionei) ele pressionava e perguntava "Dói?"  se eu respondesse "Não", ele pressionava um pouco mais e, claro, eu lá me queixava. E dessa forma ele achou que provou a sua teoria. Obviamente que o mandei dar uma curva ao bilhar grande, mas, e se isso se tratasse de uma hipotética perturbação psiquiátrica? E se eu não estivesse informada? E se....?

 

E mais. Parece que esta é a história da minha vida.... Tive há pouco tempo um problema ocular que me levou a consultar CINCO oftalmologistas. Sim. CINCO! E um deles até a uma consulta de Imunológicos me mandou. Só ao sexto oftalmologista é que resolvi o problema! E se querem que vos diga uma solução bem simples.

 

É muito fácil, infelizmente, a grande maioria dos profissionais de saúde, médicos, enfermeiros, fisiatras, fisioterapeutas,... retirarem conclusões precipitadas. E aquilo que percebi durante a minha saga é que simplesmente muitos não ouvem, com o cérebro ligado para o "ouvir a sério"! É mais fácil optar por aquilo a que estão habituados e não buscar algo mais.

 

Por isso, dou um conselho a quem ler estas minha palavras. Mantenham sempre um sentido crítico sobre aquilo que um profissional de saúde vos diz, principalmente um médico, que tem uma responsabilidade maior no diagnóstico obtido! Tentem saber mais, perguntem mais, esclareçam todas as dúvidas. E saibam que por detrás da bata branca está alguém que também tem dúvidas, apesar de lhes exigirmos que não as tenha. A medicina é falível e ainda não sabe tudo. O que é necessário é que tenhamos a sorte de apanhar alguém que esteja ciente disso e que não ache que está num pedestal de sapiência. Porque isso meus caros, não existe!

 

 

Pessoas ou não?

 

O meu cão protegido com cinto de segurança

 

OK. Admito, sou uma amante dos animais em geral e dos cães em particular. A verdade é que, e não é a primeira vez que o digo por aqui, devíamos perceber que devem ser respeitados. Todos!

Julgo que nesta fase dos acontecimentos não é necessário nenhum estudo demasiado elaborado para perceber que eles têm sentimentos. Eu tenho, e tive a prova disso, uma delas está sentada acima com ar de reizinho mimado.


O meu antigo companheiro canino, que esteve connosco 13 anos deixou de comer quando fui hospitalizada. Saía de perto sempre que ralhávamos ao mais pequeno, notando-se que lhe incomodava, lambia-nos as mãos sempre que nos via tristes ou doentes. Isso é ter sentimentos, e mais, é ter empatia! Coisa que muito ser humano nem sequer sonha o que é!

 

Mas hoje fiquei boquiaberta com um título, no mínimo estapafúrdico,  no Jornal Expresso "Os cães também são pessoas, prova estudo científico"! Ao que parece alguém fez um estudo com cães, realizando-lhes ressonâncias magnéticas,  e verificou que o funcionamento do cérebro destes é muito similar ao do ser humano. E apela que por causa disso eles não devem ser tratados como propriedade.


Mas será que por isso são pessoas?

Afinal o que é ser pessoa?

E só se deve respeitar as pessoas?

Estarei  complicar?


Caramba, não fiz nenhuma ressonância magnética a nenhum suíno mas parece-me dizer que também têm sentimentos!


Mas eu já sei há muito que o cão não é meu, eu é que sou do meu cão! Tentem lá dizer que não!

Tudo poderia ser assim

Acho que vou manter no meu blogue o tema "animais", e mais uma vez desenganem-se não vou falar de política nem de políticos. Eu sei, ando a fugir ao vossos pensamentos ;)


Vou é falar mesmo de cães, sim, outra vez...


Hoje no Jornal Público pode ler-se que se prevê multas que podem chegar aos 60 mil euros, no caso de pessoas colectivas, e cinco mil euros, no caso de pessoas singulares caso existam "descuidos" com cães perigosos em espaços públicos. Estas coimas serão aumentadas em 30% em relação ao que vigorava até então. Podem inclusive ser aplicadas ao dono que não cumpra dos "deveres de cuidado ou vigilância", e também caso o animal perigue de alguma forma o corpo ou a saúde de uma pessoa.


Entre as várias situações que serão passíveis punição inclui-se a falta de licença, identificação, registo do animal, falta de seguro de responsabilidade civil, a circulação do animal em lugares públicos ou partes comuns de prédios sem estar acompanhado por maiores de 16 anos e, uma questão deveras importante, a falta de treino do cão entre os seis e os 12 meses, questão que eu não sei como conseguirá ser vigiada mas que ficará a cargo da PSP e da GNR.


Defensora dos animais concordo com esta nova legislação, acredito que, apesar de os donos influenciarem o comportamento canino e que algumas pessoas não deveriam ter cães, existem raças potencialmente perigosas. A genética tem um papel muito importante e existem medidas a serem tomadas para que não aconteçam acidentes no futuro, para que não tenham que se eutanasiar cães porque os donos são uns irresponsáveis!


Mas algumas questões me surgem...


A lei fala em coimas para pessoas que possuam animais que possam por em perigo a saúde de uma pessoa. Ora, e então o que fazer quando aqueles cães em forma de peluche não param de ladrar?

O que fazer quando queremos dormir e o cão da vizinha não se cala? E quando a vizinha se está borrifando porque não pára em casa? Isso não é por em perigo a nossa saúde? A nossa saúde mental?

O que fazer dos canitos do tamanho de uma pulga e que parecem possuídos por uma fera do tamanho de um leão? E nos atacam só porque lhes apetece coçar as gengivas! Isto não põe em perigo a nossa saúde?


Esses também são considerados raças perigosas?

Não deveríamos falar antes em cães perigosos, ou cães malucos, ou cães que não respondem ao perfil pretendido para uma convivência saudável porque os donos não sabe ser donos?


Hummm... acho que deveríamos incluir na lei "humanos potencialmente perigosos e sem direito a possuírem animais"


E pensar que a convivência entre todos poderia ser assim...





Já foi feito alguma coisa agora falta tentar fazer o resto para que a nossa convivência seja melhor!

Direitos do Estado

Imagem retirada da net

 

 

O tribunal de Sintra decidiu retirar 7 dos 10 filhos de um casal! Não sabendo pormenores do caso, e acreditando que, de facto, a senhora era negligente e não cumpria o acordado com os funcionários da Comissão de Protecção de Menores , o que deixava as crianças num certo risco. A questão premente e que se coloca é que, ao que parece, a última decisão partiu da recusa da mãe em realizar uma intervenção cirúrgica conhecida por laqueação de trompas. Isso a impediria de trazer mais crianças ao mundo e de as negligenciar.

 

Mas até que ponto pode os Estado, ou seja, um Tribunal obrigar alguém a realizar um processo cirúrgico?

 

Muitos se insurgiram contra esta decisão e até contra a retirada dos filhos à mãe.

 

Quanto à retirada dos filhos quero assumir, e apesar de não conhecer todos os factos, que é uma decisão feita sempre em última instância. E que se foi tomada é porque realmente existia algum risco para o bom desenvolvimento daquelas crianças.

 

Mas pergunto. Será que existe o poder de obrigar aquela senhora a laquear as trompas?

 

Até onde poderá ir a intervenção do Estado?

 

Não sei. Talvez não seja justo obrigar alguém a fazer o que não é da sua vontade. Mas será justo para uma criança que nasce? Será justo à partida ser negligenciada?

 

Mas se era assim tão negligente porque retirar só 7 e não os 10?

 

Conheço um caso parecido em que todos os filhos foram retirados à família, por negligencia desta.

 

Mas pergunto mais. Não estarão neste momento muitas crianças, muitas famílias em risco com esta crise e esta autoridade?

 

Perguntas... perguntas que eu tento compreender mas que não consigo resposta...

 

Caloiro já não está abaixo de cão!

Este ano parece que as praxes não estão a ser notícia. Pelo menos não estão a ser notícia no seu pior. Porque no Bairro da Ajuda mais de 600 alunos do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas pegaram, esta quarta-feira, em trinchas e latas de tinta para dar nova cor a alguns edifícios da desta freguesia, em Lisboa.

Ver vídeo do JN


Exemplos como este deveriam ser seguidos, a praxe implica a integração dos novos alunos e muitas vezes não é isso que se verifica. Eu própria tive que intervir na altura em que o meu mano era caloiro, claro que sem o conhecimento dele. Ameacei com um processo e com a comunicação social se a "situação" em causa não parasse. Tive o apoio, em segredo, do Presidente da Associação Académica, de uma Universidade que não vou revelar, valeu-me o seu bom senso e a sua atitude certeira e discreta.


No meu tempo a minha praxe não foi nada de mais, umas brincadeiras tipo jogos populares e o "Baptismo do Caloiro", nesse baptismo a nossa madrinha ou padrinho eram incumbidos da tarefa de nos ajudar no curso. O meu ano continuou com essa tradição e eu ainda me lembro da minha afilhada. Uma bonita tradição que se foi mantendo, pelo menos enquanto andei por lá.


Este exemplo, da praxe solidária, é daquelas tentivas bem conseguidas {#emotions_dlg.blink}



 

Um "OLÉ!" à desorientação!

Como se deve calcular, isto para quem me conhece, quer virtualmente, quer pessoalmente, sou completamente anti-touradas! Com a mesma força que sou contra as condições em que alguns animais são transportados, contra os cães acorrentados (já fiz um post sobre o tema), contra a forma como muitas instituições de criação de animais os trata, fruto da “evolução”, do crescimento demográfico, da necessidade de lucro! Sou manifestamente contra muitas outras tantas atrocidades ferozes que o ser humano, o tal dito racional, pratica. E não vou discorrer aqui sobre o porquê de eu ser anti-touradas, acho que é um assunto que para mim já nem tem discussão. Ponto!

O meu tento tentou perceber o que aconceceu  na Torreira, e não me pareceu normal, e acho até que houve uma série de episódios de desorientação, segundo notícia do J. Público um cavaleiro investiu, em cima dos manifestantes anti-tourada, em cima do seu cavalo.  Duas vezes!

Em primeiro lugar, o  toureiro estava completamente desorientado, o senhor não sabia onde ficava a arena e não sabe distinguir um touro de um humano! Ou se calhar ainda é mais defensor dos touros do que se julga, afinal não vê qualquer diferença entre um humano e um animal de grande porte e com cornos (ele lá sabe)!

Segundo, os ditos defensores dos animais que ali se encontravam apenas defendem os touros, animais mais animais que os outros, e para eles um cavalo é algo que se pode apedrejar. Já que se fartaram de voar pedras.


Terceiro, os agentes da  GNR deveriam pensar que estavam ali só para passear, pôr as mãos atrás das costas e tomar uns banhos de sol! Desorientaram-se à séria e esperaram... esperararam... esperaram... para intervir. Em suma, gostam de touradas e de ver o circo pegar fogo!


Para mim estes episódios foram mais uma constatação do mal que as touradas fazem! Para além de tudo criam sérios episódios de desorientação nas imediações. Agora tentem lá convencer-me do contrário!

Esperem até os touros terem FaceBook, já só devem faltar eles e eu, e vão ver o que são manisfestações!

Imagem retirada daqui




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