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Eu tento, mas meu tento não consegue!

Sabendo que nem sempre vou conseguir ir aos vossos espaços, mas nunca vos esquecendo e sempre tentando...

Eu tento, mas meu tento não consegue!

Sabendo que nem sempre vou conseguir ir aos vossos espaços, mas nunca vos esquecendo e sempre tentando...

E o doido sou eu?

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Esta semana li no Jornal Público uma notícia que é no mínimo arrepiante. Esta notícia falava de um homem que tinha sido internado num Hospital Psiquiátrico compulsivamente. Mas a notícia aqui é que o senhor em questão veio agora a público dizer que não sofre de nenhuma perturbação mental! E que isto não foi mais que algo projectado pela sua família. E azar dos azares o irmão dele é casado com uma médica, o que parece tornar a opinião dos familiares, que envolve o pai e o irmão, fora de contestação. O que se segue é que o tal senhor, de nome Carlos, foi internado tendo-lhe sido administrado tratamento da "pesada", e para quem percebe um pouco disto sabe como alguns medicamentos psiquiátricos podem levar a perturbações de todo o género só pelos seus efeitos secundários, que foi precisamente o que aconteceu a esta alminha.

 

Não sei se de facto o Sr. Carlos sobre mesmo alguma perturbação, mas não me custa a acreditar que tudo isto não passe mesmo de uma gigantesca falta de profissionalismo e certa dose de facilitismo. Para deixar de fora a cretinice dos familiares. E estamos a falar de uma perturbação psiquiátrica o que leva este caso a ter contornos mais graves. Qual a credibilidade do senhor agora?

Eu digo-vos. Zero!

E mais vos digo, não é assim tão difícil um familiar fazer crer a um médico que o seu parente sofre de pertubações no 5º andar. Ao que parece foi isso mesmo que aconteceu. Uma das psiquiatras consultou o homem e disse que ele não tinha perturbação nenhuma. Seguidamente falou com os seus familiares, inculindo a tal familiar médica com opinião considerada idónea, e como se tratava de uma colega, tramou a opinião anterior da psiquiátra e tudo culminou no internamento do Sr. Carlos.

 

É assustador! E só quem já passou por algo semelhante, não na área da psiquiatria mas na de fisiologia, é que vos pode afirmar que os erros mais simples podem sair-nos muito caro. 

 

Já por aqui falei da minha dor crónica, e muito dela a devo a erro médico, a falha num diagnóstico correcto e atempado, à eterna mania de não ouvir os doentes, de tirar conclusões precipitadas, e de se optar pela via mais fácil e comum! A dor foi-se instalando e tomando contornos impossíveis de suportar e quando passados 7 meses se resolve investigar a fundo é que se percebe o que já se devia ter percebido. E aí já a dor está de tal forma que é difícil reverter o processo. O tratamento adequado tardou e agora tenho que aguentar tudo o que não foi feito a tempo e horas....

 

Lembro de ter consultado várias especialidades médicas na esperança que algum me desse solução. E isso é o que todos fazem quando algo os atormenta. Numa consulta com uma Médico com especialidade de Medicina Interna este cismou que o que eu tinha era fibromialgia. Isto apesar de essa hipótese ter sido colocada muito no início e ser colocada de lado após um determinado exame, e,  mesmo do sintoma de dor , e falta de mobilidade no braço direito, ter surgido após um traumatismo e ser num local bem específico. Bem... como a dor não resolvida já atingia uma grande parte do meu lado direito o tal médico quis provar-me que era o tal diagnóstico dele que para mim não fazia sentido!

 

O que ele fez?

Começou a pressionar o local dos 11 pontos fibromiálgicos e sempre que do lado esquerdo (onde não me lesionei) ele pressionava e perguntava "Dói?"  se eu respondesse "Não", ele pressionava um pouco mais e, claro, eu lá me queixava. E dessa forma ele achou que provou a sua teoria. Obviamente que o mandei dar uma curva ao bilhar grande, mas, e se isso se tratasse de uma hipotética perturbação psiquiátrica? E se eu não estivesse informada? E se....?

 

E mais. Parece que esta é a história da minha vida.... Tive há pouco tempo um problema ocular que me levou a consultar CINCO oftalmologistas. Sim. CINCO! E um deles até a uma consulta de Imunológicos me mandou. Só ao sexto oftalmologista é que resolvi o problema! E se querem que vos diga uma solução bem simples.

 

É muito fácil, infelizmente, a grande maioria dos profissionais de saúde, médicos, enfermeiros, fisiatras, fisioterapeutas,... retirarem conclusões precipitadas. E aquilo que percebi durante a minha saga é que simplesmente muitos não ouvem, com o cérebro ligado para o "ouvir a sério"! É mais fácil optar por aquilo a que estão habituados e não buscar algo mais.

 

Por isso, dou um conselho a quem ler estas minha palavras. Mantenham sempre um sentido crítico sobre aquilo que um profissional de saúde vos diz, principalmente um médico, que tem uma responsabilidade maior no diagnóstico obtido! Tentem saber mais, perguntem mais, esclareçam todas as dúvidas. E saibam que por detrás da bata branca está alguém que também tem dúvidas, apesar de lhes exigirmos que não as tenha. A medicina é falível e ainda não sabe tudo. O que é necessário é que tenhamos a sorte de apanhar alguém que esteja ciente disso e que não ache que está num pedestal de sapiência. Porque isso meus caros, não existe!

 

 

Começou...

 

Já não é de hoje que os cuidados de saúde têm vindo a decair, a degradarem-se. Só não o vê que  está cego, não tem problema de saúde que está a precisar de cuidados, ou então vai à privada.

 

Quem está numa posição de chefia, e não falo das Administrações, têm uma carga de trabalhos. Sei do que falo. É o que vejo. Pessoas a querer gerir os serviços e a não conseguirem porque muitas vezes faltam recursos materiais e humanos. Além disso, há que reduzir o tempo de permanência nos hospitais dos utentes, lembrando que há hospitais sobrecarregados, já que muitas valências fecharam noutros locais havendo uma distribuição de doentes para um hospital mais central. Mas nessa distribuição o número de camas manteve-se e o pessoal a serviço também. Temos pessoal de saúde a fazer carga horária pesada, o que contribui para um maior risco de erro. Ah! E com horas extraordinárias pagas a conta gotas, ou que nem são pagas! Como é o caso dos enfermeiros em alguns serviços hospitalares e ACES  (Associações de Centros de Saúde) e ULS (Unidades Locais de Saúde).

 

Mas há quem comece a ficar farto.  E felizmente alguém finalmente resolve fazer algo. Como é o caso do Hospital de S. João no Porto, considerado um Hospital de referência, alguns de directores de serviços se demitiram (Unidades Autónomas de Gestão de Medicina, de Cirurgia e de Urgência e Medicina Intensiva, Centros Autónomos de Medicina Laboratorial e de Imagiologia, Clínica da Mulher, Clínica de Psiquiatria e Saúde Mental e Hospital Pediátrico Integrado)

 

E têm o meu respeito! Merecem-no. Porque demonstram que se preocupam com o que fazem!

 

Tentem seguir-lhes o exemplo e ajam! É o que todos deveriamos fazer! Mas não... temos que aguentar, custe o que custar. E penso que isso quer dizer que custam vidas também. Mas afinal é a selecção "natural" a funcionar. Esta é a sociedade evoluída a voltar anos luz atrás!!

Estudos...

Já não é a primeira vez que falo na importância que alguns estudos feitos por este mundo fora têm. Importância da treta, diga-se de passagem. E aqui há uns dias descobri, ao ouvir "O Homem que mordeu o cão" na Rádio Comercial, que existe um "pretenso" estudo que diz que olhar para os seios durante 10 minutos prolonga a vida!!!

 

Ora, aqui a menina foi à procura do que diz esse tal estudo...

 

Ao que parece uma tal de Dra. Karen Weatherby. Sim. Pasmem, uma mulher!!! Liderou uma equipa de cientistas Alemã que iniciou uma pesquisa em 3 hospitais de Frankfurt, a 200 pacientes do sexo masculino. Metade deles foram instruídos para ver os seios diariamente e a outra metade nicles. E o resultado revelou que os homens que observavam o colo feminino (mamas) tinham menor pressão arterial e se mostraram menos propensos a desenvolver doenças no coração.

Esse estudo chegou a ser publicado New England Journal of Medicine e para explicar tal facto a Sr. Dr.ª diz:

“Excitação sexual faz o coração bombear o que melhora a circulação sanguínea” e diz ainda, “Não há dúvida de que o hábito de olhar para os seios deixa os homens mais saudáveis”.

 

Ao que parece 10 minutos a olhar mamas equivale a 30 minutos de ginásio.

 

Este estudo coloca-me algumas dúvidas, que se pudesse colocaria a Drª Weatherby.

 

 1- Essas mamas têm que estar desnudadas ou é suficiente visualiza-las com roupita por cima?

2- O tempo de exercício vs benefício é proporcional ao tamanho da mama?

3 - Nos vossos Hospitais, aí na Alemanha, não há filas de espera, pois não?

4 - Se tocarem nas mamas o tempo reduz de 10 minutos para 5?

5 - A Doutora de certeza que não é um travesti?

6 - Qual é o equivalente no corpo masculino a ginásio feminino?

7- Têm que ser 10 minutos seguidos ou podem ser intercalados?  É que se assim for todos os homens viverão eternamente...

 

 Isto até é uma boa novidade para quem não gosta de suar e uma maravilhosa desculpa para quem for apanhado a olhar mama alheia. "Ó minha senhora desculpe mas só estava a tratar da minha saúde"

 

Da tua saúde trato eu! Ora tenta cá vir fazer exercício que eu digo-te como é que é!

 

 

 Imagem retirada da internet, obrigada a quem a disponibilizou

 

 

 

 

Mais um dia...

 Imagem retirada da net, obrigada a quem a disponibilizou

 

 

Ok... mais um dia de. Eu sei. Mas não me apetecendo mesmo falar sobre nada que esteja relacionado com portas, coelhos ou futebol resta-me o "dia  de".

 

Faz hoje 193 anos que nasceu a "dama da lamparina" que viria a revolucionar uma profissão. Estou a falar de uma enfermeira, Florence Nightingale.

 

Uma profissão de origens milenares, uma referência a quem cuidava, protegia e nutria pessoas doentes, convalescentes, idosos e deficientes. Com o passar dos tempos o "cuidar", que garantia a manutenção da sobrevivência, e muitas vezes a vida, evoluiu e passou a surgir, ainda que como prática leiga, entre os séculos V e VIII como um acto desenvolvido sobretudo por religiosos.

 

Mas a "Enfermagem" tornou-se indigna e sem qualquer atrativo. Era considerada trabalho doméstico e perigava os padrões morais da altura. No entanto, e apesar de toda a visão negativa que lhe estava associada a sua evolução foi inevitável e Enfermagem nao tardou a ser vista como actividade profissional institucionalizada, e na sua grande maioria praticada por mulheres, ao que parece mais dotadas no acto de cuidar.

 

Começo a ver-se a Enfermagem como "uma ciência e uma arte", uma ciência uma vez que requer conhecimentos que necessitam de um vigoroso suporte técnico e ciêntifico, alheado à arte de cuidar.

 

Uma profissão exigente e que foi ganhando aos poucos a consideração merecida da sociedade, embora ainda associada a muitos preconceitos. Muitos se esquecem que os seus familiares internados estão 24 sobre 24 horas com enfermeiros e são estes que têm que os acompanhar. São os profissionais de saúde na primeira linha no contacto com os utentes. Estão e devem estar mais próximos da população. Mais do que uma profissão deve ser encarada como uma vocação. Não é fácil lidar com o sofrimento, a morte, a doença, e o infortúnio durante o dia e manter sempre um sorriso. Infelizmente temos muitos Enfermeiros que não sabem sorrir, estar e muito menos ser. Mas felizmente temos muitos que honram a farda que vestem, honram a profissão que escolheram.

 

Saber que aquela pessoa, naquele momento, mais do que uma técnica ou de um medicamento necessita de uma mão que lhe dê conforto e segurança ou tão simplesmente de um sorriso que lhe dê forças. Isso não é para qualquer um! Assim como não é o ter que travar a sua batalha interior quando confrontado com a sensação de impotência, de nada poder fazer... Mas um Enfermeiro deve ter ciente que muitas vezes pensando que nada se pode fazer há sempre algo que dignificará a vida, nem que seja na hora da sua morte. 

 

Nesta profissão ainda se esbarra muitas vezes com o preconceito. Ainda há bem pouco tempo conheci uma jovem cujo sonho era ser enfermeira, mas os seus familiares achavam que "era uma profissão de terceira", "não era dignificante". Ao que parece aos olhos de muitos ainda existe esse conceito, "Enfermagem não é uma profissão digna" e muitos ainda têm a imagem que os Enfermeiros são tão simplesmente executores de ordens médicas. As duas profissões se complementam, completam e entreajudam para o bem estar do Homem, promoção da saúde e prevenção da doença. E é na prevenção da doença que reside a grande força da Enfermagem e os grandes ganhos em saúde da sociedade.

 

Será o tempo de erradicar esses preconceitos e virá ainda o tempo em que Portugal e os seus Governos olharão para esta profissão com o olhar que eles merecem. Outros países Europeus já o fizeram e os seus povos só tiveram a lucrar. Tentando falar em politiquês, idioma que não domino, mais saúde significará menos absentismo e como tal maior produção.

 

 

O que estamos a criar?

Imagem retirada daqui

 

 

Tenho sérias dúvidas sobre o rumo que segue a nossa sociedade o nosso mundo!

 

Hoje ao ler uma notícia que fala de um jovem espanhol que foi após uma intervenção cirúrgica, em que lhe foi colocada uma prótese externa ao joelho, descobriu que esta tinha que lhe ser retirada porque não a conseguia pagar! Tendo que ser submetido a nova cirurgia para colocar uma interna! Esta prótese permitir-lhe-ia ter uma qualidade de vida melhor mas custava algo que ele não poderia pagar, 152 Euros.

 

Felizmente, ao que parece, levantou-se uma onda de solidariedade para ajudar este jovem.

 

Mas quantos não são ajudados por não terem esta exposição mediática?

 

Para onde caminhamos?

Lutamos pela igualdade, mas existem uns mais iguais que outros.

 

O direito a cuidados de saúde iguais sem olhar a quem deveria sem um dos pilares da nossa sociedade. Mas não! O que crescem são as clínicas privadas como cogumelos, tratamentos impossíveis de pagar e cuidados que só são prestados a que tem dinheiro para os pagar. Isso será justo?

 

Todos nascemos iguais, ou assim deveria ser. Mas o mundo transforma tudo... Um grau académico dá uma diferença de tratamento, as notas e moedas também o fazem e a posição social idem aspas!

 

Ainda hoje me diziam no serviço, quando eu disse que todos deveríamos ser iguais, "Isso não pode acontecer! Seria uma anarquia!!"

E isto? São capazes de me dizer o que é isto?

 

Uma sociedade onde impera a desigualdade, onde uns tentam sempre ser mais do que os outros, ter os tais "favores", o factor "C", onde uns são tratados com deferência e outros com cara fechada ou às "pedradas"? Isto o que é?

 

E todos nós nos deixamos conduzir por esta desigualdade, com menos ou mais consciência que ela existe mas deixando que ela impere. Triste....

 

 

 

Anedotas para chorar

Imagem retirada da net

 

Ultimamente tenho ouvido e lido umas anedotas, para desanuviar, mas fico sempre na dúvida se hei-de rir ou chorar. Passar-se-á algo com a forma como as contam... ou será de mim?

 

Ontem ouvi na rádio que querem extinguir a ADSE, e um dos argumentos seria o facto de que queriam que os cuidados de saúde fossem iguais para todos, ou seja, que todos tivessem os mesmos direitos no que tocam ao acesso a estes.

 

Hummm... ora então acabarão também com os seguros de saúde e teremos finalmente visto o dinheirito dos nossos impostos, que neste momento estão a pagar juros para alguns países fazerem a festa, festa essa que alguém fez aqui em Portugal antes, não sei quem, mas desconfio. Teremos finalmente cuidados de saúde públicos de qualidade, sem salas de espera a rebentar pelas costuras e seremos atendidos por profissionais que não estão desanimados e cansados porque não há falta nem de médicos nem de enfermeiros e tudo anda sobre rodas!

Vá tentem lá arranjar outro argumento que esse não pegou! O que veremos será, os funcionários públicos que podem a deixar de descontar para a ADSE e a começarem a descontar para seguros de saúde. Os funcionários públicos e os outros que já o fazem. Bendita igualdade!

 

Americanizem a coisa. E vivam os lobby`s

 

Hoje, dei uma lida rápida pelas gordas e dou de cara com outra anedota! Eh páh! Esta malta anda mesmo virada para a comédia! Ou será que andam a cheirar algo?

Não sei, uma das duas é

  O Sr. Freitas do Amaral acredita que O nosso Presidente acabará por dissolver o Parlamento!!!

Bem, ou ele conhece outro Presidente da República ou o senhor é mesmo engraçado! Eu não lhe conhecia tal característica.

 

E mais, disse que, "o poder deverá se devolvido ao povo soberano para que este confirme ou altere o rumo que está a ser seguido"

 

Mas ele está a ver aqui algum povo que quer ser soberano ou quer o poder? Se assim fosse não seria preciso a actuação do Presidente! O Parlamento já não estria lá. Não com violência, que essa não deve existir, mas com atitudes veementes e demonstrando que não é este o caminho que realmente se quer! Mas só alguns é que pensam isso. E que pensam outros?

Que este é que é o caminho! Que não há remédio senão aguentar! Que temos que sofrer o custe o que custar! Afinal, afinal vivemos acima das nossas possibilidades... e melhores dias virão.

 

Melhores dias virão sim! Resta saber quem os vai viver!!

 

Eu tento rir mas o meu tento não consegue mesmo

Façam o favor de se cuidar

Imagem retirada da net

 

Eu não queria, juro que não queria voltar a falar, pelo menos até ao final do ano, novamente na desgraça que nos envolve.

Eh! Páh! Mas é que é demais! Não dá para aguentar tanta, mas tanta audácia! Tanta gentinha que antes de falar devia pensar duas. Não! Três vezes antes de abrir a boca. É que em época de falta de moscas é certo e sabido que vai sair asneira!!

 

E agora  a vez coube ao Secretário de Estado da Saúde que diz que as pessaos devem recorrer menos aos serviços de saúde para garantir a sua sustentabilidade!

 

É certo que só devemos recorrer às urgências quando realmente for urgente e não ao primeiro espirro, mas não me parece que seja a isso que o senhor Secretário se refere. E claro, é mais do que certo que  devemos ter comportamentos saudáveis! E ainda que devemos prevenir as doenças. Mas o que pensa fazer o Estado para que a população adquira os conhecimentos necessários necessários à prevenção da doença e à promoção da saúde? Sim! Não estou a ver ninguém a ficar doente só para fazer birra!

Pensa investir à séria nos cuidados de Saúde Primários?

Ou vamos continuar nesta mania louca de cortar a direito não ligando a quê?

 

Será que não se percebe que o melhor ganho, neste caso, é na  qualidade de saúde individual que todos ambicionam? Salvo excepções, excepções essas que também precisam de cuidados, mas em outro âmbito. Será que não se percebe que é esse o maior ganho? E  em segundo plano a poupança que vamos fazer ao Estado? Estado esse que se coloca à frente do bem estar da sua população! Do povo que incautamente o elegeu!

 

Não é só atirar do púlpito, "Não adoeçam! Seus cretinos! Não vêm que estão a gastar mais dinheiro! E façam o favor de se tratar em casa com mezinhas! Nada de recorrer aos SNS! Estão a gastar o precioso dinheiro dos impostos. Não vêm que não dá para comprar frotas de carros e arranjar os luxos com que nos banhamos e para que vocês também adoeçam? E não refilem. É esse o preço da democracia!"

 

Ironia a mais? Será?

 

Deixem-se, por favor, de demonstrar tanta ignorância! Como é lógico todos os países, todos os Estados, deveriam querer evitar que as suas populações adoecessem, mas para isso é necessário investir nos cuidados de saúde primários. Investimento esse que trará a longo prazo grandes ganhos, em primeiro na saúde geral da população e sem segundo, desculpem, sempre em segundo (mas não menos importante),  poupança no resto. Mas nós sabemos que nenhum Governo está habituado a pensar em longo prazo, não é? Muito mais agora que o que se pensa é resolver o imediato.

 

Nós sabemos isso, mas não precisam de nós lembrar com essas palavras ingénuas. Tentem lá pensar muitas vezes antes de abrir a boca, POR FAVOR. Tenham cuidado com o que vão dizer a uma população ferida, doente e sem alento.

 

 

 

Todas as asas voam

Foto retirada na minha traquitana

 

As asas de uma gaivota têm dificuldade em voar

vontade não lhe falta,

inspiração também não,

mas as suas asas não a ajudam!

 

Ela fica furiosa com as suas asas

entristecesse-se com elas,

acha-se inútil porque já não consegue voar tão alto,

e esquece-se que consegue voar...

 

Esquece-se que não está sozinha apesar do mar ser imenso.

Mas é sozinha que tem que perceber como voar,

é sozinha que tem que saber aceitar as suas asas como elas são agora

e é sozinha que tem que se enfrentar.

 

Pensamos que enfrentamos o mundo e muitas vezes é muito mais difícil enfrentar-mo-nos!

Enfrentar as nossas fraquezas,

medos e temores,

ansiedades e sobretudo aceitar...

Não digo gostar do que nos surge mas tão somente aceitar...

 

Volto assim...  continuando a tentar {#emotions_dlg.smile}

uns dias conseguindo e outros não {#emotions_dlg.redflower}

 

 

 

 

Boçalidade tem que rimar com Universidade?

Imagem retirada daqui

 

Descobri que agora é requisito essencial para entrar para o Ensino Superior, à semelhança do que acontece em algumas Instituições Desportivas, um exame médico que ateste em como o estudante pode se alvo de investidas de actos grotescos a que têm a audácia de apelidar de "praxe". Quer-se-me parecer que antes da entrada para o Ensino Superior o estudante deve fazer um exame clínico completo e deve avisar os boçais que praticam a chamada "praxe" que podem avançar sem medos, a doer!!

 

 

Já fiz um post sobre as praxes, e afirmei que elas podem e devem ser positivas, servem para integrar para ajudar os alunos a conhecer o ambiente Universitário. E vieram este anormais de Beja, mas que infelizmente podiam ser de outro local do País, já que abundam por aí, estragar-me a aura positiva à volta das praxes!

 

Esses senhores que se autodenominam de "veteranos" ou "doutores" não são mais que umas pessoinhas com alguma psicose. Acho que tem que se acabar com estes actos humilhantes, violentos e grotescos de uma vez por todas e responsabilizar os seus autores criminalmente! Afinal não é por se lhes chamar "praxe" que deixa de ser um acto violento, agressivo e que atenta contra outrem, desculpem, isso é ou não crime? É ou não punível?

 

Porque é que se eu vir alguém a fazer outro ajoelhar-se enquanto lhe diz impropérios, a humilhar outro publicamente, chamo a polícia e quando estão com um traje académico isso já passa a ser aceite?

 

Tiveram a coragem de afirmar que a aluna não os informou do seu estado de saúde!? E agora é preciso que antes de um acto, considerado académico, que deveria servir para integrar alunos, se informe que não se tem doença que impeça de ser violentado? Sim! Violentado!!

 

Não sei quais os contornos desta praxe, que ao que parece até nem houve excesso (?) mas uma coisa é certa, para que é que a aluna tinha que os informar do seu estado de saúde se não ia existir excessos? Tal como dizem no Jornal Público "foi sempre questionada sobre o seu estado de saúde"

 

E segundo fonte do Jornal Público, de quem assistiu a uma dessas praxes, um jovem foi obrigado a fazer flexões com as pontas dos pés e as mãos apoiadas em tijolos, rodeado de "veteranos" e "veteranas" que o  mimavam com impropérios. Ao que parece quando terminou o "exercício", estava verdadeiramente exausto e alagado em suor e até dificuldade em aguentar-se de pé.

 

Isto não é novidade! E embora com esta aluna o seu problema possa não ser da praxe em si, segundo até o pai afirmou, tanto quanto ele sabe, o certo é que todos os anos tem acontecido um ou outro caso que, quanto a mim, não se resolvem só com suspensão de praxe, mas sim com investigação à séria!

 

Afinal nós deixamos avançar algo que não se deveria tornar neste abuso do outro, nesta humilhação e sobretudo em algo que põe em causa o bem estar físico ou emocional! Se a violência é crime há que começar a investigá-la seriamente não é por alguém vestir um traje académico e se auto-intitular de "doutor" que a coisa deixa de ser negativa!

 

Alguém me explica para onde foram as boas ideias? Porque é que não integram os colegas de forma imaginativa, sem berros, sem impropérios, infantilidades e sem as ridículas orelhas de burros a andar pelas ruas de qualquer cidade Universitária!E por falar nisso haja algum estudante que me explique, e mesmo como se eu fosse muito burra, para que servem o raio das orelhas? Para os inferiorizar? Para que os "veteranos", alguns no mesmo curso há uma porrada de anos, se sintam inteligentes?

 

Por favor tenham ideias criativas e tornem a praxe em algo positivo é que já não há pachorra para este assunto!!! Tentem lá vão ver que o vosso tento até consegue!

Esperança na dor

Não sei de há quanto tempo é esta entrevista, seja como for é uma esperança para quem sofre de dor crónica onde a Toxina Botulínica pode ser usada.

E a esperança é o que nos move e dá alento. Vale a pena ver que existem outra utilizações, do vulgo BoTox, que não a de ficar com a cara tipo museu de cera.

 

O meu tento já está fatinho de tentativas para debelar a dor e uma mais esquisita que a outra! Mas, tal como eu digo, pior do que não conseguir é nunca ter tentado, portanto venha daí o BoTox ;)

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